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Ministério Público entrega denúncia contra Adail Pinheiro ao TJ-AM e pede a prisão do prefeito

Como base para formalizar a denúncia contra o Prefeito de Coari - acusado de exploração sexual de menores, entre outros crimes -, a Procuradoria-Geral de Justiça tomou como base os depoimentos de vítimas de Adail

A ligação de Adail Pinheiro com o tema pedofilia está no noticiário local, nas páginas de polícia e política, desde 2008

A ligação de Adail Pinheiro com o tema pedofilia está no noticiário local, nas páginas de polícia e política, desde 2008 (Evandro Seixas)

A denúncia que o Ministério Público Estadual (MPE/AM) entrega hoje ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) contra Adail Pinheiro (PRP) inclui o pedido de prisão preventiva do prefeito de Coari, acusado de explorar sexualmente menores de idade no município, que fica a 363 quilômetros de Manaus.

Para formalizar a denúncia, a Procuradoria-Geral de Justiça do MPE/AM tomou como base investigação feita pelo Centro de Apoio e Combate ao Crime Organizado (Caocrimo), que ouviu, em Manaus e em Coari, garotas que relatam terem sido vítimas de exploração sexual praticadas pelo prefeito. Adail Pinheiro nega as acusações e diz que é vítima de perseguição política patrocinada por adversários.

Conforme reportagem publicada em A CRÍTICA nesta quinta-feira (7), o Caocrimo localizou cinco novas vítimas do prefeito (ele já responde por outros quatro processos de exploração sexual infantil). Parte delas ainda mora em Coari e sofreu, segundo a investigação do Caocrimo, pressões e ameaças durante a investigação do MPE/AM.

Na denúncia do Ministério Público constam mensagens e os números de telefones dos quais partiram ameaças contra menores de idade. Outros seis casos de crianças e adolescentes, vítimas do mesmo crime, deverão fazer parte de nova denúncia contra o prefeito nos próximos meses.

Segundo apurou a reportagem de A CRÍTICA, dentre as testemunhas ouvidas em Coari pelo Caocrimo estão músicos e seguranças que participavam de festas promovidas pelo prefeito Adail Pinheiro. De acordo com elas, era “praxe” o prefeito deixar os eventos acompanhado por meninas com idade abaixo de 18 anos.