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Agricultor é encontrado morto com dois tiros no peito na Zona Rural de Manaus

A polícia suspeita da versão de suicídio e acredita que o agricultor tenha sido morto de acordo com a perícia feita no local

Segundo populares, a vítima era acostumada a sair neste horário para trabalhar e chegou a abrir a porta do veículo quando recebeu os tiros

Segundo populares, a vítima era acostumada a sair neste horário para trabalhar e chegou a abrir a porta do veículo quando recebeu os tiros (Divulgação/Bronca no Ar)

O agricultor José de Jesus Silva Costa, de 42 anos, conhecido como “Jota”, foi encontrado morto com dois tiros no peito pela esposa na manhã desta segunda-feira (10), caído próximo de sua Kombi no KM 8 do Ramal do Brasileirinho, na Zona Rural de Manaus. De acordo com a polícia, a mulher da vítima informou que o mesmo havia cometido suicídio com uma espingarda calibre 20, que estava ao lado do corpo, mas a perícia aponta indícios de um possível homicídio de acordo com os materiais colhidos no local do crime. O caso será investigado.

A morte do agricultor aconteceu por volta das 6h. Segundo populares, a vítima era acostumada a sair neste horário para trabalhar e chegou a abrir a porta do veículo quando recebeu os tiros. Segundo a mulher de José, que não teve o nome revelado, a arma pertencia a família e foi usada possivelmente pelo marido para tirar a própria vida.

O corpo estava estendido ao lado da Kombi, com a porta do motorista aberta, e arma de fogo ao seu lado. José foi atingido por dois tiros no peito, na altura do coração. A dona de casa e esposa da vítima disse que o marido passou dois meses no Piauí e havia chegado há dois dias. Ao retornar da viagem, ele chegou a comentar em casa que havia cometido algo de errado no outro Estado, mas que não contaria por medo.

Peritos do Instituto de Criminalística (I.C) estiveram no local e declararam que, segundo as características da cena do crime, é difícil que José tenha cometido suicídio. Tendo em vista, que um tiro na altura do coração já o mataria e ele não teria tempo para atirar a segunda vez, o tamanho do cano da espingarda não permitiria que ele mesmo atirasse, entre outras evidências.

O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) e o caso será investigado pela polícia após o resultado da perícia no local. 

*Colaborou o repórter Juliano Couto da TV A Crítica