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Apartamento do Prosamim apresenta goteiras e infiltrações

Perguntado sobre a situação, o UGPI informou que o complexo foi entregue há sete anos e a garantia dada pelo Governo para esses imóveis é de cinco anos

As goteiras já existem há um mês, segundo moradora do imóvel

As goteiras já existem há um mês, segundo moradora do imóvel (Divulgação)

Nesta sexta-feira, dona Celia dos Santos Oliveira, 29, completa um mês com goteiras no teto do quarto que molham as camas do recinto.

Até aí, nada excepcional, se não fosse por uma questão: ela mora com a família no Parque Residencial Manaus, localizado na avenida Igarapé de Manaus, Centro, Zona Sul, um dos projetos do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), e, por causa disso, não pode alterar a estrutura do prédio, dependendo de um processo administrativo moroso para consertar o próprio teto.

“Se fosse em qualquer outro lugar, eu já teria mandado consertar, mas nossa situação aqui exige a consulta da UGPI”, diz Célia, referindo-se à Unidade de Gerenciamento do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus, que coordena as obras nos complexos do Prosamim. Ela também comentou que outro morador do conjunto está com rachaduras no chão.

Segundo ela, as goteiras começaram no dia 15 de julho e, três dias depois, sua família entrou com um processo administrativo da UGPI, explicando a situação das goteiras, bem como de um vazamento com infiltração na lateral externa da casa, que manchou uma parede.

“Aí, me disseram que viriam até dia 21 dar uma olhada na casa para dizer o que seria feito. Eles só vieram dia 28, alegando que meu caso não era uma prioridade para eles, e, nesse dia, eles só fizeram olhar e não resolveram o problema”, disse a moradora. Para ela, as goteiras têm relação com o banheiro do vizinho de cima, já que costumam aparecer quando ele é utilizado.

Ante nossas perguntas sobre a situação de Célia, a UGPI finalmente se deslocou ao apartamento dela na tarde desta sexta-feira (15) e informou que as goteiras não se tratam de problema estrutural inerente ao prédio.

O órgão informou que o complexo foi entregue há sete anos e a garantia dada pelo Governo para esses imóveis é de apenas cinco anos. Ele também informou que o vizinho de cima de Célia não está residindo no local no momento e que uma equipe da UGPI voltará ao Parque Residencial Manaus na segunda-feira (18).