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Atendente de padaria é morto com facada cravada nas costas no bairro da Paz, em Manaus

O corpo da vítima foi encontrado jogado na sala com sangue e marcas de facada. Para entrar na casa e posteriormente fazer a perícia, investigadores Polícia Civil tiveram que usar uma marreta para arrombar a porta. Após procedimentos, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML)

O corpo da vítima foi removido por uma viatura do IML

O corpo da vítima foi removido por uma viatura do IML (VInicius Leal)

O atendente de padaria Jullivan Pinheiro Castelo Branco foi encontrado morto com cinco facadas nas costas na manhã desta quinta-feira (16) na casa onde morava de aluguel, localizada na esquina das ruas Gurupi e Projetada, Bairro da Paz, Zona Centro-Oeste de Manaus.

O corpo da vítima foi encontrado jogado na sala com sangue e marcas de facada. Para entrar na casa e posteriormente fazer a perícia, investigadores Polícia Civil tiveram que usar uma marreta para arrombar a porta. Após procedimentos, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML).

                                                              A frente da casa da vítima ficou tomada por curiosos

Jullivan era homossexual e natural do município de Presidente Figueiredo. Ele morava na residência, que era alugada por mil reais, há cerca de um mês com o irmão, que está há dois meses em viagem ao Estado do Amapá, e por isso o namorado da vítima aproveitava para dormir com Jullevan na residência.

A vítima trabalhava há três meses na Padaria Brioche, na avenida Santos Dumont, no bairro. Segundo a colega de trabalho Daiane Lima da Silva, 27, Jullivan está sem ir trabalhar desde terça (14). "Ontem (quarta) eu vim aqui para ver se ele iria trabalhar, se queria trocar o horário. E um cara que eu não conheço, só de bermuda, disse que ele estava no quarto e não ia atender. Estava escuro e eu não consegui ver quem era", disse.

"Ele foi na minha casa na terça e depois não vi mais ele. Eu perguntei o que ele tinha e ele disse que não podia falar. Mas disse que a irmã em Presidente Figueiredo tinha sofrido um acidente e que ele não ia trabalhar. Ele pediu R$ 50 de mim e eu emprestei", disse a também colega de trabalho Ana da Silva, 29.

"Ele disse que tinha terminado o namoro e estava com esse atual, que tem 16 anos. Esse menino já tinha ido na padaria e eles dois tinham brigado recentemente", contou Ana. "Semana passada tinham tentado assaltar a casa dele. Ele queria mudar daqui porque disse ser muito perigoso".

O homicídio está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).