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Bancários reclamam de condições precárias de trabalho e fecham agência do Banco do Brasil

Segundo representantes do Sindicato dos Bancários, os funcionários eram obrigados a fazer o atendimento dos clientes em meio à poeira e barulho ocasinados por uma obra na Zona Centro-Oeste de Manaus

O Sindicato dos Bancários fechou a agência em protesto contra condições precárias de trabalho

O Sindicato dos Bancários fechou a agência em protesto contra condições precárias de trabalho (J.Renato Queiroz)

Na manhã desta quinta-feira (30), o Sindicato dos Bancários do Amazonas (SEEB-AM) fechou as portas de uma agência do Banco do Brasil - localizada na avenida Desembargador João Machado, no conjunto Campos Elíseos, bairro Planalto, Zona Centro-Oeste de Manaus - em protesto ao funcionamento normal da instituição durante uma reforma.

Entre as reclamações, funcionários alegam que estão expostos ao perigo, já que são obrigados a trabalhar sob poeira e com o barulho causados pela obra.

De acordo com o presidente do sindicato, Nindberg Barbosa, a situação é crítica e vai contra as leis que protegem os funcionários.

“Eles estavam trabalhando desde o ano passado em meio à obra, inclusive usavam máscaras cirúrgicas para evitar que fossem sufocados pela poeira. A ação prejudicou tantos os bancários quanto os clientes, que também eram submetidos ao risco ao serem atendidos desta forma”, disse Barbosa.

Com faixas, os trinta funcionários permaneceram do lado de fora da agência e não atenderam os clientes que estiveram no local nesta manhã de quinta-feira. Apenas os caixas eletrônicos continuam funcionando.

Nindberg informou, ainda, que uma reunião foi marcada para o fim da manhã na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Amazonas (SRTE/AM), com representantes do Ministério do Trabalho e diretores da agência bancária.

Nota

A equipe de reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Banco do Brasil e, segundo eles, o superintendente Jefferson Armando foi até a agência bancária e o Ministério do Trabalho para verificar quais as reivindicações da classe.

Ainda nesta manhã, a assessoria ficou de enviar uma nota para nossa redação, onde esclarecerá mais detalhadamente os fatos.

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