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Batalhão Ambiental apreende mais de três toneladas de carvão vegetal irregular em Manaus

Nove policiais foram encaminhados para o local e conseguiram apreender o material que era comercializado de forma irregular

Os 702 sacos de carvão sem a licença ambiental válida foram doados para entidades filantrópicas

Os 702 sacos de carvão sem a licença ambiental válida foram doados para entidades filantrópicas (Divulgação )

Na primeira ação do ano, policiais militares do Batalhão de Policiamento Ambiental apreenderam na última sexta-feira (3), após denúncias anônimas, 702 sacos de que totalizam três mil e trezentos quilos carvão vegetal sem o Documento de Origem Florestal (DOF) obrigatório. A apreensão aconteceu em um depósito localizado na rua Barreto, bairro Grande Vitória, na Zona Leste de Manaus, onde supostamente crianças estariam sendo expostas ao trabalho escravo.

De acordo com o sargento Souza Andrade, três viaturas e um total de nove policiais foram encaminhados para o local, indicado pela denúncia, e conseguiram apreender o material que era comercializado de forma irregular. 

“Os sacos de carvão foram encontrados e imediatamente solicitamos os documentos obrigatórios ao proprietário para a comercialização, mas fomos informados da inexistência dos mesmos. A denúncia também informava que no local, menores de idade trabalhavam carregando carvão, porém, isso não foi confirmado”, declarou o PM.


O proprietário Ézer Araújo Aranha, de 24 anos, foi surpreendido comercializado as sacas de carvão no local e acabou detido.

Irritado, o empresário disse aos policiais que não tinha necessidade de o prenderem por causa da comercialização irregular, entretanto, os policiais informaram que se tratava de um crime ambiental previsto na Lei de Crimes Ambientais nº 9.605 de 1998 e o mesmo deve responder em liberdade na justiça.

Ele foi encaminhado à Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (DEMA), onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Os sacos de carvão sem a licença ambiental válida foram doados para entidades filantrópicas da capital amazonense após o registro da apreensão.