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Casal é morto enquanto dançava em bar da Zona Norte

Jéssica estava no bar com a namorada quando foi convidada para dançar com Carlos. No meio dança, o atirador apareceu e desferiu os tiros

. O casal animado com a música não notou a chegada do atirador

O casal animado com a música não notou a chegada do atirador (Divulgação )

Diferente do filme, a última dança de Jéssica Amaro Tavares, 23, e Carlos Dias dos Santos, 45, terminou de forma trágica na madrugada desta segunda-feira (9). O casal se conheceu no bar Alda Drinks, localizado na avenida Passarinho, bairro Colônia Terra Nova, Zona Norte de Manaus, e dançavam quando um homem não identificado entrou e desferiu vários tiros contra eles. Ambos morreram no local.

De acordo com familiares, Jéssica estava no bar com a namorada - que não teve o nome revelado pela polícia - quando Carlos a convidou para dançar. Ainda segundo eles, a jovem não conhecia o rapaz e morreu apenas por estar com ele na hora do crime. "Foi uma fatalidade", afirmou um dos parentes que não quis se identificar. O casal animado com a música não notou a chegada do suspeito.

O proprietário Rildo Figueiredo, 39, disse à nossa equipe de reportagem que o homem foi visto entrando tranquilamente no estabelecimento antes do crime, mas os clientes não desconfiaram da ação. Ele ficou alguns segundos observando o casal, que dançava bolero, e depois caminhou até a pista de dança. Ao se aproximar, o atirador tirou a arma de fogo da cintura e disparou contra a cabeça de Carlos à queima-roupa. O segundo tiro atingiu o tórax da mulher.

Como em uma cena de filme de ação, entre a correria que se estabeleceu no local, o homem saiu e fugiu em um Fiat Uno, de cor cinza e placas não identificadas. Carlos morreu na hora e Jéssica ainda aguardou o atendimento médico. Os funcionários do bar acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a mulher não resistiu aos ferimentos e veio a falecer antes de ser socorrida. Os corpos foram removidos pelo Instituto Médico Legal (IML).

Ainda segundo Rildo, o local possui oito câmeras de segurança, porém, nenhuma estava funcionando na hora do crime. Ele declarou que há uma semana estava com um problema na parte operacional do sistema de vigilância e o técnico que foi acionado para resolver o problema ainda não havia consertado-as. A Delegacia Especializada em Homicídio e Sequestros (DEHS) investiga o caso.