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Ex-militar agride irmã e tenta matar pai na Zona Leste

Após o pai impedir a sua entrada em casa, Jean Gonçalves partiu para a briga. Ele estava supostamente sob o efeito de substância química

O caso foi registrado no 9° Distrito Integrado de Polícia (DIP)

O caso foi registrado no 9° Distrito Integrado de Polícia (DIP) (Divulgação/PC)

O ex-militar desempregado Jean Gonçalves Alves, de 29 anos, é suspeito de tentar matar o próprio pai com um facão e agredir a irmã, na madrugada desta quinta-feira (5), depois de chegar em casa supostamente embriagado e sob o efeito de entorpecentes. O fato aconteceu na rua 6 do bairro São José Operário 2, nas proximidades da feira, na Zona Leste de Manaus. A polícia foi acionada e efetuou a prisão do suspeito em flagrante.

De acordo com o autônomo R.F.A, de 58 anos, o filho chegou em casa de madrugada e, como a porta estava fechada, Jean começou a gritar e bater na parede da residência pedindo dinheiro para voltar a beber e consumir drogas. O autônomo se levantou e foi até a porta, quando percebeu que o filho estava sob o efeito de substâncias químicas. Ele, então, decidiu não deixá-lo entrar.

Ainda segundo o pai, esta não era a primeira vez que o desempregado chegava em casa embriagado e drogado e sempre dava trabalho para a família. Mesmo com a recusa do pai, Jean tentou forçar a sua entrada na casa e chegou a agredir a irmã, que não teve o nome revelado, com murros nos braços. O autônomo declarou que foi até a cozinha e pegou uma faca para intimidar o filho, mas o mesmo pegou uma outra faca maior e partiu para cima dele, ameaçando-o de morte.

Segundo a polícia, vizinhos que escutaram a briga conseguiram acionar os policiais militares da 9ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), que efetuaram a prisão do suspeito. O ex-militar foi levado para o 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Em depoimento para a equipe de A Crítica, Jean declarou que sempre teve problemas com o pai e que o mesmo "vive para lhe julgar". Esta relação conturbada entre pai e filho desde a infância foi apontada por ele como causa para a discussão que culminou com a briga.

O soldado PM Araújo Maia da 9ª Cicom disse que a irmã do suspeito, mesmo sendo agredida, estava bastante nervosa e não quis depor ou registrar a ocorrência contra Jean. O pai também não quis representar contra Jean. A família foi encaminhada para o núcleo psicossocial do Programa Ame a Vida e depois serão liberados.

*colaborou o repórter Iury Carvalho da TV A Crítica