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Familiares protestam contra regalias de policial preso pela morte de Universitário

A família pede que a justiça seja feita e que o policial preso não tenha privilégios como sair todo fim de semana para ficar com a família ou ir a festas

Familiares e amigos do universitário Fábio Ferreira fazem protesto por Justiça

Familiares e amigos do universitário Fábio Ferreira fazem protesto por Justiça (Winnetou Almeida)

Familiares do universitário Fábio Ferreira, 26, supostamente assassinado por um policial militar, em agosto do ano passado, realizaram uma manifestação, na manhã deste domingo (12), em frente ao Batalhão de Guardas da Polícia Militar, no bairro Monte das Oliveiras, Zona Norte de Manaus, onde o suspeito do crime, Antônio Augusto Serrão Júnior, 31, está preso.

A família afirma que o policial possuia regalias dentro do Batalhão e pedem que a justiça seja feita. 

De acordo com o irmão da vítima, Frank Ferreira, eles estão insatisfeitos porque, apesar de o PM estar preso, ele pode sair do quartel a todo momento.

“Temos informações de que ele (o policial) sai todo fim de semana para ficar com a família dele ou mesmo para ir a festas. Se ele estar preso, não pode ter regalias”, avaliou ele. 

Os manifestantes também contaram que quando chegaram em frente ao Batalhão, uma “churrascada” estava acontecendo lá dentro. “Quando eles viram a gente se aproximando, todo mudo se escondeu.

A mesa ficou lá, cheia de comida, e o lixo estava cheio de latinhas de cerveja. Não concordamos com isso”, afirmou a mãe de Fábio, Socorro Souza Ferreira. “Queremos que a justiça seja feita. Não que o preso tenha regalias”, reiterou ela. 

Cerca de 100 pessoas participaram da manifestação pacífica com camisa e cartazes. 

PM desconhece regalias

De acordo com a assessoria e imprensa da Polícia Militar, os policiais presos de justiça não possuem regalias e desde o assassinato do ex-cabo PM Miramar Bonifácio da Silva, 49, morto em novembro, na Zona Norte, o comando no batalhão ficou mais rígido. Miramar cumpria pena por homicídio em regime fechado e devia estar na unidade no dia que foi assassinado. 

Relembre o caso

Fábio Ferreira foi morto com três tiros em agosto do ano passado, no bairro Raiz, depois de tentar apartar uma briga do PM e a esposa dele. Uma semana depois, o PM se apresentou no 3º DIP alegando legitima defesa e que estava alcoolizado.