Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Gerente de 'João Branco' é preso com drogas na Zona Leste

A denúncia recebida pela polícia informava que o chefe da facção criminosa Família do Norte (FDN) estava no local, mas ele não foi encontrado

A polícia estava atrás do traficante "João Branco", mas acabou prendendo Eli e Gabriele

A polícia estava atrás do traficante "João Branco", mas acabou prendendo Eli e Gabriele (Divulgação )

Apontado como componente da facção criminosa Família do Norte (FDN) e gerente e motorista do traficante “João Branco”, Eli Nascimento Pereira, de 33 anos, foi preso na manhã desta segunda-feira (24) por policiais da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública (SSP) após um denúncia anônima. A estudante Gabriele de Souza Brandão Nascimento, de 23 anos, também foi detida e no local os policiais apreenderam drogas e material utilizado na embalagem dos entorpecentes.

De acordo com a polícia, Eli foi preso após os policiais receberem uma denúncia de que na casa 201, localizada na rua Ferreira, bairro Mauazinho, na Zona Leste de Manaus, estava escondido o traficante João Pinto Carioca, o "João Branco" – que fugiu do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) durante a Operação Hórus.  

A denúncia recebida pela polícia informava que "João Branco" estaria escondido nesta casa

Ao chegarem ao local, o traficante não foi encontrado, mas a polícia apreendeu cinco trouxinhas de cocaína e uma pedra da mesma susbstância, além de uma balança e material utilizado na embalagem da droga.

Eli e Gabriele foram levados para o 29º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ambos serão encaminhados para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro da capital, ainda nesta segunda-feira. 

*Com informações da repórter Joana Queiroz de A Crítica