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Homem é encontrado morto em igarapé da Zona Leste

A vítima recebeu uma pancada na cabeça e caiu no igarapé. Segundo moradores, Arinilsson teria se envolvido em uma confusão na quinta (6) depois de outro homicídio na área

Familiares fizeram a remoção do igarapé e ainda tentaram socorrer a vítima, que já estava morta

Familiares fizeram a remoção do igarapé e ainda tentaram socorrer a vítima, que já estava morta (Vinicius Leal)

Arinilsson da Silva Marinho, 23, foi encontrado morto pela irmã no início da manhã desta sexta-feira (7), caído dentro do igarapé que corta a rua das Goiabeira, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus. De acordo com a polícia, a vítima recebeu uma forte pancada na cabeça e morreu no local.

Segundo familiares, Arinilsson, a irmã e um vizinho, que não tiveram os nomes revelados, passaram a noite bebendo na frente da residência da família. Os dois decidiram entrar em casa durante a madrugada e a vítima permaneceu no local. Por volta das 5h, uma vizinha saiu de casa e se deparou com o corpo dentro do igarapé.

Familiares fizeram a remoção e ainda tentaram socorrer a vítima, que já havia falecido. Policiais militares da 14ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram acionados e o Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.

De acordo com o cabo R. Lima, Arinilsson era conhecido na área por participação em furtos e assaltos. Ele seria usuário de drogas e cometeria os crimes para sustentar o vício.

Testemunhas informaram à polícia que a vítima teria se envolvido em uma confusão com moradores da rua Laço do Amor onde, na última quinta-feira (6), Jheimesson William Oliveira Cavalcante, 22, foi morto com um tiro no abdômen. A polícia e os familiares não confirmam a relação com o crime.

A perícia da Polícia Civil (PC) não chegou a ir até ao local do crime pois o corpo de Arinilsson foi removido por parentes, perdendo assim provas importantes para o inquérito policial.

A PC orienta que a população não mexa nas cenas dos crimes ou nos corpos das vítimas para que indícios e provas importantes sejam coletadas e ajudem na investigação.

Os casos serão investigados pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

*Com informações do repórter Vinicius Leal