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Homem é encontrado morto com marcas de agressão na casa em que morava

A morte de Osvaldino tavares da Silva será investigada pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS)

Crimes serão investigados pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS)

Crime será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) (ACRITICA/AC)

Osvaldino Tavares da Silva Junior, 33, foi encontrado morto pela mãe dele, Célia Cunha, 64, na manhã de ontem, do lado de fora do quarto onde morava, dentro da propriedade da família, localizada na rua 15 de maio, conjunto José Bonifácio, bairro Colônia Santo Antônio, Zona Norte. O corpo de Osvaldino não possuía marcas de tiros ou facada e a suspeita é que ele morrido por agressão.

“Domingo passado (2 de março) ele foi espancado, mas não sei por quem. Ele é usuário de drogas e vivia na rua bebendo. Eu estava rezando aqui na minha cama de madrugada quando acordei com ele gritando pedindo ali no portão pedindo água, pedindo ajuda”, contou a mãe Célia Cunha. “Eu perguntei o que tinha acontecido e ele só disse ‘não te preocupa que quando eu ficar bom, eu vou resolver isso’”.

Conforme uma moradora que não quis se identificar, de 17 anos, funciona uma “bocada” na rua onde Osvaldino morava, local onde se vende entorpecentes. “Ele foi espancado e encontrado deitado por moradores ao lado desse igarapé aí debaixo. Semana passada, deram um monte (agressão) nele”, contou. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e recolheu o corpo da vítima.

“Os caras do IML (técnicos de necropsia) viraram o corpo dele de tudo quanto é jeito e não encontraram nada. Nem marca de tiro nem de faca. A gente acha que e ele morreu por causa dessa agressão da semana passada”, afirmou Célia Cunha. “A perna dele não estava com aqueles inchaços de cor roxa ou vermelha, estava meio branca”.

AGRESSÃO

A mãe da vítima disse que domingo passado recebeu uma ligação de uma pessoa não identificada informando que o filho dela estava sendo agredido na parte de cima da rua 15 de maio. “Eu fui lá, mas ele não queria vir para casa. Aí apareceu uma viatura do ‘Ronda no Bairro’ e ele veio andando. Quando a viatura foi embora, ele voltou atrás e foi de novo para a rua”, explicou a mãe.

Célia se disse entristecida com a morte do filho, mas confessou que Osvaldino era envolvido com entorpecentes. “Quando ele bebia, ele discutia com todo mundo, ficava alterado. Eu coloquei todos eles (filhos) para estudar. Se eles não deram o jeito, o problema é deles. Mas eu quero que investiguem isso e encontrem quem o matou”, ressaltou Célia Cunha.

A morte de Osvaldino será investigada pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).