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MPE-AM emite parecer contra o pedido de liberdade dos suspeitos do 'Caso Belota'

Pedido de liberdade provisória a Ruan Pablo Magalhães e a Rodrigo Alves deu entrada na manhã desta segunda-feira (28). A manifestação do promotor ainda será analisada pelo juiz da 1ª TJP, Anésio Pinheiro


Da esquerda para a direita Rodrigo Alves e Ruan Pablo Magalhães presos e acusados de triplo homicídio

Da esquerda para a direita Rodrigo Alves e Ruan Pablo Magalhães presos e acusados de triplo homicídio (Paula Pessoa - 23.01.2013)

O Ministério Público do Estado (MPE-AM) emitiu, na manhã desta segunda-feira (28), parecer negando a liberdade provisória para Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães e Rodrigo de Moraes Alves, apontados pela polícia como os assassinos da ‘Família Belota’. O parecer foi dado pelo promotor de Justiça da 1ª Vara do Tribunal de Júri Popular (1ª TJP), Lauro Tavares. A manifestação do promotor ainda será analisada pelo juiz da 1ª TJP, Anésio Pinheiro.

O empresário Roberval Roberto de Brito, 63; a coordenadora-geral de Comércio Exterior, da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Maria Gracilene Roberto Belota, 59; e também de sua filha, a acadêmica de Odontologia Gabriela Roberto Belota, 26 foram assassinados em suas casas, na última terça-feira (22), em um crime que, segundo a polícia, foi arquitetado pelo filho de Roberval, o publicitário Jimmy Robert Queiroz de Brito, 30, e executado juntamente com os comparsas Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães e Rodrigo de Moraes Alves.

Segundo Lauro Tavares, o pedido de liberdade provisória a Ruan Pablo e a Rodrigo deu entrada na manhã desta segunda-feira, e foi respondido de imediato. “O Ministério Público é contrário a concessão de liberdade dos dois acusados”, informou. O promotor de Justiça não descartou recorrer da decisão do magistrado, caso ele decida por conceder o beneficio aos dois presos.

Ainda de acordo com Lauro Tavares, até o momento apenas o auto de comunicação da prisão de Ruan Pablo, Rodrigo e do publicitário Jimmy Robert Queiroz de Brito, 33, – apontado pela polícia como o mentor do triplo homicídio do pai, da tia e da prima -, chegou ao MPE-AM.