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Método Canguru salvou 27 bebês em Manaus

Serviço inédito na rede particular tem resultados positivos

Prematura, Monique e Joene Tavares durante o tratamento na posição canguru

Prematura, Monique e Joene Tavares durante o tratamento na posição canguru (Divulgação/Unimed)

A luta pela vida começou mais cedo para Monique. Filha de Joene Tavares, ela nasceu prematura, com 26 semanas e pesando apenas 924 gramas. Necessitando de três cirurgias, Monique precisava mais do que nunca da presença constante de sua mãe. Para que o tratamento tivesse sucesso, ambas para UTI Neonatal da Unimed Manaus, onde, desde agosto, é adotado o método Canguru.

Este implica no contato pele a pele entre mãe e filho, proporcionar carinho e segurança ao bebê, evitando refluxo e mantendo as vias aéreas livres. Ele deixa o bebe aquecido e favorece o ganho de peso e o desenvolvimento neurológico, além de fortalecer os laços afetivos.

O método ajudou a salvar a vida de 27 recém-nascidos com médio e alto risco.

O “Mãe Canguru” da Unimed Manaus é o único da rede particular que possui três etapas. Na primeira, pai e mãe tem livre acesso ao bebê, podendo até tocá-lo. Na segunda, mãe e filho vão para o alojamento e permanecem 24 horas na posição Canguru. A mãe realiza todos os cuidados do bebê, entre eles o banho de ofurô. A terceira etapa começa após a alta que acontece quando o bebê atinge 1,8 kg e 35 semanas. Até chegar aos 2,5 kg e 40 semanas, o bebê ainda é acompanhado semanalmente.

A neonatologista Regina Sodré diz que o importante não é apenas salvar, mas sim dá qualidade de vida ao bebê prematuro. “A gente consegue salvar prematuros de até 500 gramas”, afirma a médica.