Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Pintor é morto a tiros por dívidas com o tráfico na Zona Oeste

Ele supostamente estaria devendo para traficantes da área, considerada como 'vermelha'. Familiares preferiram não falar sobre o crime

O corpo do pintor foi velado na manhã desta segunda-feira (19) na casa onde morava com a família,m na rua 6, Alvorada I

O corpo do pintor foi velado na manhã desta segunda-feira (19) na casa onde morava com a família,m na rua 6, Alvorada I (J.Renato de Queiroz)

O pintor Kléber Gomes da Costa, 23, morreu na noite deste domingo (19) após ser atingido por tiros na rua 6, bairro Alvorada I, na Zona Oeste de Manaus. De acordo com populares, que não se identificaram, a vítima morava em uma área considerada como ‘vermelha’ pela atuação do tráfico de drogas, e estaria devendo para os traficantes. A família preferiu não se pronunciar sobre o caso.

De acordo com a polícia, o jovem havia saído da sua residência, localizada na mesma rua, quando foi abordado por dois homens – não identificados – em via pública. Os suspeitos atiraram várias vezes contra Kléber e depois fugiram do local a pé. A quantidade de tiros não foi informada pela polícia.

Testemunhas afirmaram que o pintor pode ter sido morto por traficantes da área, já que seria usuário de drogas e estaria devendo aos ‘chefões’. Os policiais militares da 10ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram acionados e após um patrulhamento no local, não conseguiram prender os atiradores.

Kléber foi socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Alvorada, onde morreu minutos depois da entrada na unidade de saúde.

A equipe de reportagem de A Crítica esteve na casa do pintor, onde aconteceu o velório, porém os familiares preferiram não comentar o crime. Questionados sobre as informações repassadas pela polícia e populares, eles permaneceram calados e retrucaram a veracidade dos dados.

O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investiga o crime.