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Polícia procura menina indígena raptada no Centro de Manaus

Tâmara estava com o irmão de 13 anos em frente a uma loja e foi levada por uma mulher que ofereceu presentes de Natal. A polícia acredita que a suspeita esteja em uma comunidade do interior do AM com a menina de dois anos

Os pais estiveram na Depca na manhã desta quarta-feira (25)

Os pais estiveram na Depca na manhã desta quarta-feira (25) (Reprodução/Euzivaldo Queiroz)

A menina indígena da etnia Miranha Tâmara de Oliveira da Silva, de 2 anos, que foi raptada na manhã de terça-feira (24), véspera de Natal, por uma mulher em uma loja no Centro de Manaus, ainda não foi encontrada. A polícia tem informações que a suspeita pegou o barco “RN” na Manaus Moderna e levou para uma comunidade ribeirinha, localizada nas proximidades do município de Manaquiri (localizado a 60 quilômetros de Manaus).

De acordo com policiais militares da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), a menina estava na companhia do irmão, de 13 anos, em frente a uma loja vendo a vitrine, quando foram abordados pela mulher. A suspeita teria oferecido presentes de Natal para o menino, que entrou na loja para escolher o brinquedo e deixou a criança com a mesma. Ao retornar, a mulher e a menina haviam desaparecido.

A mãe da criança trabalha como camelô em uma banca que fica em frente à loja e não percebeu a ação da mulher. A polícia fez buscas pelas proximidades e foi até o Porto da Manaus Moderna, onde recebeu informações de que a suspeita - que tem a pele morena, cerca de 1,60 metros de altura, cabelos curtos e ruivos e vestia uma calça jeans e blusa amarela - teria entrado com a criança às pressas no barco “RN”, que estava a caminho de Manaquiri no fim da manhã de terça-feira.

A polícia conseguiu interceptar a embarcação, mas as duas não foram encontradas. Segundo os tripulantes, a suspeita desceu em uma comunidade situada antes do município. O caso foi registrado na Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca).

A delegada Linda Gláucia informou nesta quarta-feira (25) que o caso está sendo investigado e a mulher e a criança estão sendo procuradas. A delegada salientou que várias ligações informaram sobre possíveis paradeiros da indígena, mas não foram confirmados pela polícia. Ela pediu que as pessoas evitem fazer chamados falsos para não atrapalhar o trabalho de investigação.

*Colaborou a repórter do Jornal A Crítica Joana Queiroz