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Prefeito inspeciona obra em vazamento de adutora e cobra agilidade da Manaus Ambiental

O prefeito declarou que a concessionária deve assumir toda a responsabilidade financeira dos problemas causados pelos vazamentos, devido ao recente recapeamento da via

O diretor de Operações da Manaus Ambiental, Jucélio Azevedo, acompanhou a visita do prefeito e disse que problemas como esses são imprevisíveis

O diretor de Operações da Manaus Ambiental, Jucélio Azevedo, acompanhou a visita do prefeito e disse que problemas como esses são imprevisíveis (Mário Oliveira /Semcom)

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, inspecionou na noite desta segunda-feira (6), a obra de reparo da tubulação em que ocorreu um vazamento na avenida Torquato Tapajós, Zona Oeste da cidade. O prefeito disse que o recapeamento deve começar já nesta terça-feira (7) e que a Manaus Ambiental deve assumir toda a responsabilidade financeira dos problemas causados pelos vazamentos, devido ao recente recapeamento da via.

“Eu já disse que não vou mais aceitar tapa-buracos. Eles têm que contratar a mesma empresa que fez o serviço há poucos dias e nem vou mais me preocupar com isso. Acabou aquela brincadeira de estourar cano, fazer tapa-buraco e esculhambar a cidade.  Eles quebraram, então vão consertar para deixar do mesmo jeito, pagando caro para empresa”, enfatizou o prefeito.

O consórcio Soma, responsável pelo recapeamento da Torquato Tapajós, informou que os trabalhos devem começar ainda nesta manhã, e que a parte atingida pelo vazamento deve ser liberada para o tráfego até a noite.

Imprevisível

O diretor de Operações da Manaus Ambiental, Jucélio Azevedo, acompanhou a visita do prefeito e disse que problemas como esses são imprevisíveis. Segundo ele, a tubulação rompeu porque o peso dos veículos sobre a pista comprimiu a adutora sobre alguma rocha e isto causou um furo de poucos centímetros, suficiente para romper o asfalto.

“Isso acontece porque antigamente, não existia um trabalho de assentamento da tubulação como existe hoje. Nós colocamos uma camada de areia, uma camada de pedras, o barro compactado e por último o asfalto. Antigamente isso não acontecia, era só o barro compactado. Não temos como prever isso”, informou Azevedo.

*Com informações da Semcom