Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Preso tenta roubar arma de policial e acaba morto dentro de instituto da Polícia Civil

Um investigador do 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP) também foi alvejado por dois tiros e está internado em estado grave no HPS 28 de Agosto

  • O suspeito tentou puxar a arma do policial e ambos entraram em luta corporal
    FOTO: Divulgação
  • Adriano (de amarelo) reagiu e acabou morto com vários tiros
    FOTO: Antônio Menezes
  • O suspeito tentou puxar a arma do policial e ambos entraram em luta corporal
    FOTO: Divulgação

Suspeito de assassinar um chapeiro e realizar um sequestro-relâmpago para comprar roupas do Brasil e torcer a caráter durante a Copa do Mundo, Adriano Rodrigues Lima, de 30 anos, morreu neste sábado (7) após tentar roubar a pistola de um policial civil e ser atingido por vários tiros dentro do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Amazonas, localizado na avenida Pedro Teixeira, bairro Dom Pedro, Zona Centro-Oeste de Manaus. O investigador Prince Hiran de Paula, lotado no 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP), também foi baleado e está em estado grave no Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de Agosto.

Adriano havia sido preso nesta sexta-feira (6), juntamente com Francinaldo de Melo Miranda, e ambos confessaram na ocasião os dois crimes cometidos anteriormente.

De acordo com uma testemunha, que preferiu não se identificar, a equipe de investigação do 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP) chegou ao instituto – que fica localizado ao lado da Delegacia Geral de Polícia – no início da tarde. Ao retirar a algema do suspeito para fazer a coleta das impressões digitais, o investigador foi surpreendido com a reação de Adriano, que tentou tirar a pistola do coldre que estava na cintura do policial.

Houve luta corporal e Prince acabou sendo atingido na perna e na cabeça. Outro policial presenciou a situação e reagiu, atirando contra o preso. Baleado, Adriano ainda tentou fugir, mas acabou morrendo dentro das instalações do Instituto de Identificação - mais pecisamente no alojamento do local.

Adriano morreu dentro do Instituto de Identificação

A equipe de reportagem do Portal ACRITICA.COM entrou em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, que confirmou a declaração, negando inicialmente apenas a participação de outro policial na cena do crime. Segundo eles, ainda é cedo para afirmar como se sucederam os fatos antes da ocorrência. A perícia do Instituto de Criminalística esteve no local fazendo a coleta de dados e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (Dehs) vai investigar o crime.

O corpo do preso foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) por volta das 13h30. Já o investigador ferido foi levado as pressas para a unidade de saúde. A quantidade de tiros que atingiram o criminoso, porém, não foi informada pela polícia.

Em nota enviada à imprensa, a Polícia Civil diz que "lamenta o fato e já providenciou todos os procedimentos periciais e investigativos, visando à produção de laudo e inquérito policial, em respeito à legislação vigente. Ao servidor ferido, que há 13 anos se dedica à Polícia com dedicação e empenho no cumprimento do dever, enviamos votos de plena recuperação".

Prisão

Adriano e Francinaldo foram presos pela equipe da 30ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) na Zona Leste por envolvimento no assassinato do chapeiro Iran Costa Mesquita, 36, que ocorreu na última terça-feira (3). Adriano confessou que efetuou os três disparos fatais na vítima, enquanto Francinaldo foi o motorista da motocicleta utilizada na fuga.

Eles cometeram, ainda, um sequestro-relâmpago contra Raimundo Luiz Mendes nesta sexta-feira (6), quando a vítima saía de um mercadinho localizado no bairro Monte Sião. Segundo a polícia, ele foi abordado pela dupla armada, que o obrigou a entrar no porta-malas de seu próprio carro.

Durante o crime, a vítima e os suspeitos rodaram por diversas partes da Zona Leste e, segundo Raimundo, Adriano e Francinaldo chegaram a discutir se deveriam ou não matá-lo. Depois de horas de aflição, a vítima foi deixada no ramal do Brasileirinho e a dupla fugiu do local com o carro roubado.