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Receita Federal apreende dois milhões de cigarros contrabandeados em operação

A carga de cigarros de origem Boliviana estavam em um depósito no Centro de Manaus e estão avaliados em R$ 750 mil

A ação foi iniciada por volta das 5h e contou com o apoio da Polícia Federal e da Polícia Militar do Amazonas

A ação foi iniciada por volta das 5h e contou com o apoio da Polícia Federal e da Polícia Militar do Amazonas (Divulgação/ Patrulha da Cidade)

A Receita Federal apreendeu na manhã desta terça-feira (3) aproximadamente dois milhões de unidades de cigarros bolivianos avaliados em mais de R$ 750 mil, em um depósito localizado na rua Marquês de Santa Cruz, no Centro de Manaus, nas proximidades do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, Zona Sul da capital. A “Operação Tabaco” visa combater o contrabando de mercadoria ilegal e cigarros de procedência estrangeira, cuja venda é proibida no país.

A ação foi iniciada por volta das 5h e contou com o apoio da Polícia Federal e também da Polícia Militar do Amazonas. Dez servidores da Receita Federal estiveram no local e fizeram a abordagem ao proprietário assim que ele mesmo abriu o depósito.

Segundo a assessoria de imprensa da Receita Federal, a mercadoria foi localizada após uma investigação de inteligência realizada por servidores do Núcleo de Repressão da Alfândega de Manaus. Os cigarros estavam divididos em 140 volumes e foram levados para a sede da instituição para ser incinerados.

O proprietário da carga de cigarros ainda não foi identificado, mas o dono do depósito deve prestar esclarecimentos sobre a origem do produto, assim como a quem pertence. O responsável deve responder criminalmente por contrabando.

Falsificação

Os cigarros não possuem o selo de controle fiscal do Imposto de Produto Importando (IPI) nem estavam cadastradas junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A entrada desse produto estrangeiro, bem como a sua comercialização, é proibida no Brasil. Parte da apreensão é de uma marca quer leva um nome do portal de notícias nacional R7.

A Justiça Federal considera que os cigarros de procedência duvidosa causem efeitos nocivos à saúde humana, além de trazer prejuízos ao sistema de saúde pública com o tratamento dos enfermos em razão de seu uso continuado.