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Trabalhadores da construção civil fecham BR-174 por falta de pagamento nesta quinta-feira

Os funcionários reclamam do atraso no pagamento dos salários, do 13º salário, férias vencidas e dos benefícios como vale transporte e cesta básica

Cícero Custódio disse que os trabalhadores fecharam a rodovia por cerca de três horas e meia em reivindicação

Cícero Custódio disse que os trabalhadores fecharam a rodovia por cerca de três horas e meia em reivindicação (Divulgação)

Trabalhadores da empresa Premium Engenharia, responsável pela construção do residencial Verona Premium, que pertence ao programa "Minha Casa, Minha Vida" da Caixa Econômica Federal, fizeram uma barreira e fecharam o quilômetro 3 da BR-174 – que liga Manaus ao município de Presidente Figueiredo – na manhã desta quinta-feira (12).

Os funcionários reclamam do atraso no pagamento dos salários dos meses de novembro e dezembro, do 13º salário, férias vencidas e dos benefícios como vale transporte e cesta básica.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Amazonas (Sintracon), Cícero Custódio, disse que os trabalhadores fecharam a rodovia por cerca de três horas e meia.

“Os trabalhadores fecharam as duas vias da BR-174 para reivindicar os direitos deles. Já estamos chegando no Natal e os mesmos não receberam os pagamentos dos salários de dois meses atrás, além do décimo terceiro”, declarou.

Os funcionários liberaram a via e deixaram a área depois de negociarem com policiais militares da 26ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ainda segundo presidente do Sintracon, representantes da Premium Engenharia estiveram no local e prometeram, por meio de um documento, realizar os pagamentos até a próxima segunda-feira (16).

“Se não recebermos nenhuma resposta da empresa sobre os pagamentos atrasados, vamos fechar novamente a rodovia até que todos recebam”, finalizou Custódio.

Enquanto isso, a construção do condomínio fechado com área total de 163 mil m², divididas em 146 blocos e 1.168 apartamentos está paralisada. O empreendimento pertence ao projeto federal "Minha Casa, Minha Vida" e beneficia famílias amazonenses com o desconto de até R$ 17 mil no financiamento.