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Taxista 'desaparecido' cochilou em uma oficina e caso não passou de mal entendido

Jefferson Batista da Silva, 44, só soube que estava sendo procurado pela polícia, após retorna para o veículo que deixou abandonado na rua 20 do bairro Lírio do Vale, Zona Oeste de Manaus, e ver a movimentação de policiais e curiosos ao redor do carro um Chevrolet Corsa de placas NOQ 3238

O carro foi encontrado por populares e além de estar trancado, continha documentos pessoais, aparelho celular e dinheiro pertencentes a Jefferson

O carro foi encontrado por populares e além de estar trancado, continha documentos pessoais, aparelho celular e dinheiro pertencentes a Jefferson (Divulgação)

O taxista Jefferson Batista da Silva, 44, dado como desaparecido na manhã desta quinta-feira (6), após o taxi que dirige ter sido localizado na rua 20 do bairro Lírio do Vale, Zona Oeste de Manaus, apareceu e o caso que possuía características de sequestro acabou como um grande mal entendido.

A explicação dada por Jefferson à confusão foi um problema mecânico no Chevrolet Corsa de placas NOQ 3238 com qual trabalha. De acordo com colegas profissionais do taxista, Jefferson deixou o carro no local e se dirigiu a uma oficina, onde acabou caindo no sono, já que alegou estar acordado há quase 42 horas.

Ele só soube que estava sendo procurado quando voltou para resgatar o veículo e se deparou com a movimentação de policiais e curiosos ao redor do seu carro, que estava com sua carteira de dinheiro e documentos pessoais dentro.

As buscas pelo profissional conveniado à empresa Aliança Rádio Taxi começaram no início da manhã, quando ele saiu do Hospital Pronto Socorro 28 de Agosto para deixar duas mulheres na Zona Oeste da cidade. Ele, sem dar nenhuma notícia, desapareceu, deixando seu carro abandonado na via pública.

Acostumados com notícias de crimes envolvendo a categoria, os moradores do local acionaram a polícia, desconfiando de sequestro ou algo pior.

Após averiguação, policiais militares da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) constataram que no interior do veículo - que precisou ser aberto à força -, estavam apenas documentos, o aparelho celular e dinheiro do proprietário. Até homens da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) foram destacados a verificar o caso.

“Moradores da rua disseram que ouviram barulho de portas de carro sendo fechadas e em seguida dois jovens com atitude suspeita subiram em uma motocicleta, saindo em disparada pela rua”, havia comentado um soldado da PM, que não quis se identificar, antes de Jefferson "ressurgir".

Ainda conforme amigos de Jefferson, as pessoas na motocicleta seriam o próprio taxista e o mecânico que teria sido o responsável por ajudar o rapaz. Eles só não souberam explicar porque o taxista teria deixado todos os seus documentos no veículo, até mesmo a carteira e o telefone celular.