A cesta básica adquirida pelos manauaras em fevereiro deste ano foi considerada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) a 4ª mais cara entre 18 capitais do país. A diferença entre o valor entre janeiro e fevereiro foi de R$ 13, já que no primeiro mês do ano os mesmo itens custaram R$ R$ 301,73 e em fevereiro R$ 314,18.
O aumento representou uma variação de 4,13%. A farinha que faz parte do hábito alimentar do manauara continua sendo a inimiga das compras, ela ocupa pela segunda vez consecutiva o posto de produto mais caro.
Em fevereiro, ela teve um acréscimo de (16,31%) sem eu valor. O iten foi seguido do feijão (8,91%), do tomate (8,76%), da banana (3,01%), da manteiga (2,32%), do pão (2,07%), do arroz (1,23%) e da carne (0,12%). O açúcar (-3,43%) foi o produto que apresentou a maior redução no mês seguido do óleo (-2,36%), do leite (-1,07%) e do café (-0,23%).
Aumento do ICMS também ajudou na elevação dos preços
O Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon/Am) constatou que a revogação do incentivo fiscal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 1% para 17% nos produtos da cesta básica causaram o aumento de até 30% em alguns itens básicos de alimentação ao consumidor.