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Manauara continua pagando mais pela cesta básica, a 3ª mais cara

A constatação é relativa ao mês de janeiro e foi obtida por meio da pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta quinta-feira (6). O tomate foi novamente o produto que mais teve alteração em seu valor

Apesar de R$ 5,77 mais barata, a cesta na capital amazonense ainda é a terceira mais cara do País, segundo o Dieese

De acordo com o Dieese, o tomate teve aumento de (29,03%) (Reprodução/internet)

A pesquisa mensal realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) continua dando ao povo manauara notícias de alta no valor cobrado pela cesta básica na capital do Amazonas. Conforme a análise realizada em janeiro deste ano, o aumento em relação ao mês de dezembro de 2013 foi de (5,04%), já que ela passou de R$ 307,71, no período natalino, para R$ 323,22 em janeiro.

O tomate, como em outras ocasiões, aparece como o item mais caro do grupo que contém 12 produtos. Ele teve aumento de 29,03), seguido do arroz (4,46%), manteiga (3,24%), banana (2,44%) e da farinha (0,30%).

O feijão (-9,15%) foi o produto que apresentou a maior redução no mês, seguido do café (-4,44%), da carne (-2,96%), do leite (-1,03%) e do óleo (-0,31%). O pão e o açúcar não tiveram seus preços alterados durante o mês analisado.

Com os dados, Manaus subiu quatro colocações no ranking de cidades pesquisadas - quanto mais alto na tabela, mais cara é a cesta básica. De 7ª cidade com o preço mais alto, passou para a 3ª colocação.

Poder de compra do Salário Mínimo em Manaus

Quando comparado ao mês de dezembro de 201,3 um trabalhador que ganha um salário mínimo em Manaus comprometeu, em janeiro, 48,53% de seu rendimento líquido - R$ 666,08 após o desconto de 8% referente à contribuição previdenciária - com a aquisição dos alimentos básicos.

Em dezembro, o comprometimento foi de 49,33%. Este mesmo trabalhador precisou trabalhar 98 horas e 13 minutos para comprar a cesta básica em janeiro.

No último mês de 2013, a jornada exigida era de 99 horas e 51 minutos. Com o aumento de 6,78% no valor do salário mínimo a partir de janeiro, para comprar os gêneros alimentícios essenciais, o trabalhador remunerado com o piso nacional precisou realizar, na média das 18 capitais pesquisadas, jornada de 88 horas e 51 minutos, tempo inferior às 94 horas e 47 minutos exigidas em dezembro de 2013.

Em relação a janeiro de 2013, a jornada exigida foi maior, já que naquele mês eram necessárias 92 horas e 17 minutos.

Alimentação básica custa R$ 969,66

O custo da cesta básica para o sustento de uma família de quatro pessoas (onde considerou-se dois adultos e duas crianças, sendo que estas consomem o equivalente a um adulto) foi de R$ 969,66 durante o mês de janeiro.

Esse valor equivale a aproximadamente 1,34 vezes o salário mínimo bruto, fixado pelo governo federal em R$ 724,00. No mês anterior, o custo da cesta básica para esta mesma família foi de R$ 923,13.