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Sinetram aciona TRT para impedir greve marcada para o dia 10

De acordo com o assessor jurídico do Sientram, Fernando Borges, o documento enviado ao TRT visa impedir mais uma paralisação sem fundamento

Transporte coletivo em Manaus superlotado

Usuários do transporte coletivo de toda a cidade, devem ser prejudicados caso a greve seja concretizada (Foto: Ney Mendes)

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram ) entrou com uma ação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para impedir a possível greve dos rodoviários prevista para a próxima segunda-feira (10). O documento foi protocolado na manhã desta sexta-feira (7).

A pauta de greve apresentada pelos rodoviários é a compensação de horas aos trabalhadores, a atualização do banco de horas e a retirada de uma empresa de serviços financeiros que presta serviço à empresa Líder Transportes.

De acordo com o assessor jurídico do Sientram, Fernando Borges, o documento enviado ao TRT visa impedir mais uma paralisação sem fundamento, e que a população manauara não seja, mais uma vez, prejudicada por atos politiqueiros do Sindicato dos Rodoviários.

"Eles querem adiantar a pauta da Convenção Coletiva que tem como data base até o dia 1º de maio para ser discutida. Em relação à empresa de serviços financeiros que atua na Líder, isso pode ser resolvido sem que haja greve. Não há fundamentos lógicos para uma greve. O transporte coletivo é um mecanismo essencial que garante o direito, de ir e vir, de trabalhadores e estudantes que dependem dele", ressalta Borges.

O Assessor jurídico destaca, ainda, que na manhã da última quarta-feira, o Sinetram e membros do Sindicato dos Rodoviários se reuniram para tratar alguns assuntos da Convenção Coletiva 2014/2015, e as partes decidiram que não se falaria em greve até a aprovação da convenção.

No documento enviado ao TRT, o Sinetram pede ao órgão que deflagre a ilegalidade do movimento, e que seja aplicada uma multa de R$ 50 mil por hora de paralisação.