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Onze instituições de ensino superior do Amazonas reprovadas pelo MEC

As universidades, faculdades e centros universitários tiveram notas 1 ou 2 no IGC, consideradas insatisfatórias. Outras sete tiveram nota 3, entre elas a Ufam, UEA e Ifam

As inscrições serão efetuadas na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Agronomia Tropical localizada no Campus Universitário, Bloco J, sala 04, Setor Sul, Av. Rodrigo Otávio Jordão Ramos 6.200, Manaus, Amazonas, CEP 69077-000

Universidade Federal do Amazonas/Ufam (Bruno Kelly - 25/05/2011)

Onze instituições de ensino superior do Amazonas foram reprovadas pelo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), do Ministério da Educação (MEC), por apresentarem Índice Geral de Cursos (IGC) abaixo de 3, em uma escala de 1 a 5. Todas são particulares.

Essas instituições podem ter vagas para o ano letivo de 2012 cortadas em todos os cursos que obtiveram Conceito Preliminar de Curso (CPC) nota 1 ou 2 ou resultado insatisfatório em outras edições do Enade.

A previsão do MEC é que, em todo o País, mais de 50 mil vagas de 594 cursos diferentes sejam extintas por má avaliação dos cursos. Nos próximos dias, o MEC deve anunciar o descredenciamento das faculdades que serão proibidas de receber novos alunos.  No total, foram avaliados 4.143 cursos de 2.176 universidades, faculdades e centros universitários. Mais de 680 instituições foram reprovadas pelo MEC.

No Amazonas, a instituição que recebeu a pior avaliação no IGC foi a Faculdade de Odontologia de Manaus, a única com nota 1. Mas outras dez instituições também foram reprovadas pelo MEC, com IGC 2, considerado insatisfatório: Centro Universitário do Norte (Uninorte), Centro Universitário Luterano de Manaus (Ceulm/Ulbra), Escola Superior Batista do Amazonas (Esbam), Faculdade Boas Novas, Faculdade La Salle, Faculdade Martha Falcão, Faculdade Táhirih, Instituto de Ensino Superior Fucapi e o Instituto de Ensino Superior Materdei.

Outras sete instituições de ensino obtiveram IGC 3 no Enade. Três delas são públicas: a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam). Entre as que tiveram nota 3, ainda estão o Centro Universitário Nilton Lins (UniNilton Lins), a Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), a Faculdade Salesiana Dom Bosco e a Faculdade Literatus.


Cálculo

O IGC (Índice Geral de Cursos), divulgado hoje pelo MEC, é um indicador com pontuação variável de 1 a 5, que leva em conta as notas do Enade, qualificação do corpo docente e a infraestrutura das instituições.

Ele é o resultado da média ponderada do CPC (Conceito Preliminar de Curso), que avalia os cursos de graduação e obedece um ciclo de três anos, em combinação com o Enade. Os cursos com CPC de 4 a 5 são considerados bons. Os que tiveram avaliação 3, satisfatórios e os de CPC 2 ou 1, insatisfatórios.

Medidas

O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou hoje à tarde que medidas de correção dos problemas apresentados pelas instituições e cursos com resultados insatisfatórios serão definidas pelo MEC. Entre elas, estão o corte de vagas, a proibição de abrir novos cursos e até o descredenciamento da instituição.

“Para quem está fora dos parâmetros de qualidade, o Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior) estabeleceu os termos que os trazem para a qualidade. Queremos que o sistema continue em expansão, mas com um freio naqueles cursos que estão com problema”, disse o ministro.

Segundo ele, 95% dos cursos de medicina que passaram pelo processo de supervisão do MEC por apresentar CPC insatisfatórios em anos anteriores melhoraram o desempenho em 2010. Entre os 19 cursos com CPC 1 na avaliação do Enade divulgada ontem, quatro são oferecidos por universidades estaduais e as demais por instituições privadas.

Ainda de acordo com Haddad, as 683 instituições que obtiveram notas insatisfatórias no Enade devem passar pela supervisão do MEC. Já as 158 mais bem avaliadas – com IGC entre 4 e 5 – que fizeram pedido de abertura de novos cursos junto ao MEC podem ter a autorização automática, sem nenhuma vistoria.