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Suspeitos presos com mais de 26 Kg de 'pó branco' são liberados após laudo dar negativo

A substância encontrada com os suspeitos, que supostamente pertenceriam a facção criminosa Família do Norte (FDN), estava dividida em sacos plásticos

A imagem dos suspeitos com o material apreendido foi enviado pela Polícia Militar (PM), antes do resultado negativo do laudo toxicológico

A imagem dos suspeitos com o material apreendido foi enviado pela Polícia Militar (PM), antes do resultado negativo do laudo toxicológico (Divulgação/PM)

Quatro pessoas, que seriam supostamente integrantes da facção criminosa Família do Norte (FDN), foram presas com mais de 26 quilos de substância química em pó e tiveram as imagens divulgadas pela força de segurança na noite de quinta-feira (9), foram liberadas após o laudo de toxicologia realizado no material dar negativo para substância entorpecente.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil do Amazonas informou que os suspeitos foram presos por policiais militares da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e Força Tática da Secretaria de Segurança Pública (SSP) na rua Teixeira de Queiroz (antiga rua 10 de Julho), no bairro Compensa I, Zona Oeste de Manaus. Na ocasião foram apreendidas com o quarteto, entre eles duas mulheres, uma prensa hidráulica, duas balanças de precisão e quatro celulares. Além do ‘pó branco’, que totalizam mais de 26 quilos, divididos em sacos plásticos que estariam escondidos em duas casas.

Na primeira casa, os policiais encontraram 10 quilos da substância química e na residência vizinha, a polícia encontrou os outros 16 quilos de entorpecentes escondidos embaixo de uma cama. Segundo o release enviado pela Polícia Militar, enviado a imprensa, as prisões aconteceram após denúncias anônimas.

A polícia chegou a passar a informação de que no local funcionava como um laboratório de drogas, além de um centro de distribuição da Zona Oeste. Os suspeitos foram encaminhados ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde o delegado solicitou o teste do material, que apontou negativo para substância entorpecente. A assessoria informou que o laudo apontou que o pó branco encontrado é na verdade cloridrato, porém não especificou qual a sua tipologia.

Os suspeitos foram encaminhados para o Instituto Médico legal (IML) para fazerem exames de corpo de delito, pois apresentavam escoriações. Em depoimento, eles alegam que foram agredidos durante a prisão. Uma das mulheres, que está grávida de seis meses, disse que é inocente e havia ido até a casa para entregar o convite do baby chá do seu filho para a esposa de um dos suspeitos. Ao chegar ao local, ela pediu para ir ao banheiro quando a polícia invadiu a casa.

Dos quatro, apenas Thiago Barros, de 21 anos, será autuado em flagrante por posse de apetrechos - já que com ele foi apreendido o restante do material. Ele foi encaminhado nesta tarde para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro. Os outros três presos serão liberados por falta de provas da participação na comercialização de entorpecentes.