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Empresários que concorrem na licitação do transporte coletivo já atuam em Manaus

Apesar do caminho que a licitação está tomando, superintendente da SMTU, Marcos Cavalcante, disse que prefere não trabalhar com a hipótese das atuais empresas permanecerem no sistema

Das mais de 30 empresas que adquiriram o edital para a nova licitação do transporte coletivo, apenas nove estão participando da concorrência pública porque apresentaram, dentro do prazo, a principal garantia exigida pelo edital – o depósito de 0,2% do valor do contrato referente ao lote que pretendem disputar.

As empresas autorizadas a seguir nas próximas etapas da licitação são: City Transportes Ltda, Viação São Pedro Ltda, Rondônia Comércio e Extração de Minérios Ltda, Viação Nova Integração Ltda, Via Verde Transportes Coletivos Ltda, Transtol Empresa de Transporte Coletivo Toledo Ltda, Expresso Coroado Ltda, Global GNZ Empreendimentos e Participações Ltda e Auto Ônibus Líder Ltda.

Além das empresas Viação São Pedro, City Transportes Ltda e Via Verde Transportes Coletivos Ltda, que já integram o consórcio que é o atual operador do sistema de transporte coletivo de Manaus (a TransManaus), as demais empresas, segundo fonte de acritica.com, estão ligadas a empresários que já atuam na cidade.

Os valores depositados pelas empresas como forma de garantia para seguir na concorrência variaram de R$ 600 mil a R$ 1,8 milhão.

Habilitação
A próxima fase da licitação ocorrerá sexta-feira (4), quando a Comissão de Licitação da Superintendência de Transportes Urbanos de Manaus (SMTU) iniciará o processo de habilitação das empresas e o julgamento das propostas apresentadas à Prefeitura de Manaus.

A reportagem de acritica.com ligou para o superintendente de Transporte da capital, Marcos Cavalcante, que - após uma inexplicável irritação, com uma série de palavras de baixo calão e impaciência quanto ao tempo da entrevista - disse que se, ao final do processo de licitação, as empresas que já operam em Manaus atenderem a todas as exigências previstas pelo edital, não poderão ser desclassificadas. "Não quero nem trabalhar com essa hipótese. Vamos deixar as coisas se definirem", disse Cavalcante.

O Consórcio TransManaus tenta, na Justiça, barrar a licitação desta sexta-feira. O caso está sendo analisado pela juíza substituta da 2ª Vara da Fazenda Pública Municipal, Patrícia Loureiro.