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Feira da Manaus Moderna é alvo do descaso em Manaus

Sem muro e com águas do rio Negro perto, caminhar pela calçada da Manaus Moderna virou um perigo para o pedestre, além dos lixos depositados no local

Muro foi derrubado e não há qualquer aviso de atenção no lugar; usuários dos barcos relatam que várias pessoas, principalmente à noite, já cairam no rio

Muro foi derrubado e não há qualquer aviso de atenção no lugar; usuários dos barcos relatam que várias pessoas, principalmente à noite, já cairam no rio (Luiz Vasconcelos)

A destruição, cada vez mais evidente, do parapeito da área de atracação de barcos da calçada da avenida Lourenço Braga, nas proximidades da Manaus Moderna, preocupa usuários do local e é mais um problema para aquela local. No trecho entre a Feira da Banana e o Mercado Adolpho Lisboa, vários trechos da calçada estão sem esse muro de concreto, trazendo riscos para quem circula por ali. Além disso, a ocupação da calçada continua com barracas improvisadas por trabalhadores do local e até refrigeradores de comerciantes avulsos vendendo produtos congelados.

Para os trabalhadores do local, a destruição do parapeito é causada pelos barcos, amarrados nesse local. No tempo da cheia do rio, o banzeiro leva as embarcações a chocar-se com o muro danificando a parede de proteção. Marcos Antônio Duarte, 51, que trabalha com transporte de açaí desde 1972 e vai quase que diariamente ao porto da Manaus Moderna, lamenta ver o local naquela situação. “Manaus tinha que ter um porto decente, não esse aqui”, criticou ele, para quem a fiscalização só consegue olhar para os motoristas que precisam trabalhar ali diariamente e não têm onde estacionar. “Ignoram as outras irregularidades”, disse.

URINA E FEZES

Quem caminha pela calçada da Avenida Lourenço Braga sente o odor forte de urina e fezes, além de ter que se desviar de buracos, barracas e lixo depositados no local. “Não se pode caminhar aqui para olhar o rio”, lamentou a estudante Klíssia Oliveira, 19, interessada em fotografar os barcos, mas sentiu enjoo com o odor forte de fruta estragada e de fezes e urina. “Imagina um turista que passa aqui, o que vai sair falando”, comentou ela.

O dono de embarcação, Jorge Alves dos Santos, 56, não considera culpa deles por aquele problema. “Podiam botar uma proteção com pneus, mas não cabe a nós fazermos”, explicou. Segundo ele, em toda a parede deveria ser colocada proteção com borracha, o que evitaria os barcos atingirem o muro quando o rio estivesse cheio.