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Sem data para ser desativado, terminal de ônibus (T1) segue entregue ao descaso em Manaus

Enquanto a promessa de desativação do principal ponto de integração de linhas de ônibus de Manaus, feita na gestão do ex-prefeito Amazonino Mendes e adotada pelo atual prefeito Arthur Neto, não acontece, usuários sofrem as consequências

Lonas plásticas colocadas no local por vendedores e camelôs completam o cenário de descaso com o terminal, que não tem data para ser desativado pela SMTU

Lonas plásticas colocadas no local por vendedores e camelôs completam o cenário de descaso com o terminal, que não tem data para ser desativado pela SMTU (Luiz Vasconcelos)

As péssimas condições estruturais do Terminal de Integração 1, na avenida Constantino Nery, bairro Centro, Zona Sul, onde os usuários são obrigados a conviver com banheiros danificados, pichações, falta de segurança, mau cheiro e lixo ainda não tem data para terminar. A promessa de desativação dos terminais 1 e 2 feita na gestão do ex-prefeito Amazonino Mendes e adotada pelo prefeito Arthur Neto ainda não tem data para acontecer.

Segundo a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), o Terminal (T1) será desativado, porém, antes da desativação algumas providências necessitam ser tomadas, como resolver a situação dos ambulantes que trabalham no local e a criação de mecanismos que facilitem o uso da integração temporal.

Enquanto a desativação não acontece, os usuários que diariamente passam pelo local se viram como podem para suportar a situação. Segundo a comerciante Fátima Lima, 38, o T1 não tem a menor condição de abrigar as pessoas, pois desde a entrada só é possível ver problemas. “As pessoas são tratadas como qualquer lixo porque do banheiro até a pista por onde os ônibus passam está ruim”, disse Fátima.

Entre os principais problemas citados pela população estão a falta de segurança e os banheiros que não oferecem condições de uso. De um lado do terminal apenas o banheiro feminino está aberto e nesse a sujeira e as pichações chamam atenção.

De acordo com industriaria Maria Auxiliadora Silva, 28, o banheiro do terminal só é usado quando não há opção, pois as pessoas com nojo de usar os vasos acabam fazendo suas necessidades fisiológicas na porta e nas escadas de acesso aos banheiros.

Outro problema facilmente encontrado no terminal são as ligações de energia irregulares feitas pelos ambulantes de atuam no local. Para quem passa por fora do terminal é muito fácil ver fios puxados dos postes sem a menor segurança e bancas de camelôs com vários aparelhos ligados.

São aparelhos de som, tomadas, estufa para guardar salgados ligados em fios desemcapados. De acordo com Maria Auxiliadora Silva, o risco de incêndio no terminal devido às ligações irregulares é muito grande , pois há muitos materiais inflamáveis, como as lonas usadas para cobrir as bancas. “É preciso reformar urgentemente esse terminal e melhorar as condições das pessoas que trabalham aqui porque todos estão correndo risco”, disse a industriária. Atualmente 127 vendedores ambulantes e camelôs atuam dentro do T1.

Sobre as ligações irregulares de energia no T1, a Eletrobras Amazonas Energia não se pronunciou até o fechamento desta edição e, por enquanto, os usuários do transporte público convivem com a indefinição do que será feito com o terminal.