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Em Manaus, presidente Dilma será recebida com protesto pelo Sindicato dos Urbanitários

O ato é contra a privatização do Setor Elétrico e está marcado para acontecer durante passagem da Presidente da República pela capital amazonense, nesta sexta-feira (14)

Na manhã desta quarta (4) cerca de 250 funcionários estão paralisados e participam do movimento de greve em frente a sede da Eletrobrás Amazonas Energia

Na manhã desta quarta (4) cerca de 250 funcionários estão paralisados e participam do movimento de greve em frente a sede da Eletrobrás Amazonas Energia (Divulgação)

O Sindicato dos Urbanitários do Amazonas realizará protesto contra a privatização do Setor Elétrico, nesta sexta-feira (14), nos locais onde a presidente Dilma deve passar durante visita a Manaus. A entidade se diz contra a intenção do Governo Federal de privatizar as empresas distribuidoras de energia elétrica, dentre elas a Eletrobras Amazonas Energia.

De acordo com a categoria, a situação é preocupante para a entidade, que tem a informação que o parecer da consultoria realizada pelo Banco Santander orienta para a venda das empresas, o que poderia deixar ao menos três mil trabalhadores do setor desempregados.

Na visão do Sindicato, a política de privatização do setor elétrico implantada nos governos Collor e FHC não apresentou resultados tão favoráveis ao País. No Amazonas, a pretensão de privatização do Setor Elétrico trouxe caos ao Estado.

Sindicato alega consequências prejudiciais

Com a cisão da Eletronorte, o sistema de Manaus foi desmembrado, sendo criada a empresa Manaus Energia, enquanto que a Companhia Energética do Amazonas – CEAM (então Estadual) foi federalizada.

Ambas as empresas foram administradas em um determinado período por uma única diretoria, que tinha a missão de fazer a fusão das duas empresas para privatização. O processo de fusão somente veio ocorrer no primeiro mandato do Governo Lula com a criação da Amazonas Energia, e de lá para cá muitas são as especulações entorno da venda da empresa.

O Sindicato diz que é importante esclarecer que o serviço de energia elétrica trata-se de um elemento estratégico para qualquer País, portanto torna-se um bem social e não apenas uma mercadoria, como defendem os defensores da privatização.

O programa federal "Luz Para Todos" é um grande exemplo dessa afirmação do valor de “bem social” da energia elétrica, pois o Governo reconheceu a importância desse serviço para as populações mais necessitadas.

Nesta análise do Sindicato, a tentativa de privatização do sistema elétrico do Amazonas somente trouxe consequências prejudiciais à população: demissão em massa de mãos-de-obra qualificadas, elevado índice de terceirização dos serviços, precarização das relações trabalhistas e dos serviços prestados à população (apagões e queda na qualidade dos serviços).

Com informações da assessoria de comunicação