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Marcha contra pedofilia pede condenação e cassação de Adail Pinheiro, em Manaus

Deputado estadual e movimentos sociais organizam uma passeata para esta quarta-feira (12), do TRE ao TJ-AM, com o intuito de alertar a população contra crimes de abuso sexual infantil

Sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no bairro do Aleixo

A concentração da marcha será às 14h, na sede do Tribunal Regional Eleitoral. De lá, seguirá até o prédio do Tribunal de Justiça (Site TRE )

Motivados pela prisão preventiva do prefeito de Coari (AM) Adail Pinheiro, expedida pela Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), diversos movimentos estão organizando a "Marcha de Repúdio à Pedofilia", que busca chamar ainda mais atenção a casos de exploração sexual contra crianças e adolescentes no Amazonas e pedir punição dos envolvidos nestes crimes. O ato ocorre nesta quarta-feira (12), com concentração no estacionamento da sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), às 14h.

A passeata é organizada pelo deputado estadual Luiz Castro (PPS), um dos parlamentares à frente da criação da CPI da Pedofilia da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) junto com o Movimento Nacional de Direitos Humanos, Comitê de Enfrentamento da Violência Contra Crianças e Adolescentes e Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AM).

A marcha sairá do TRE, localizado na avenida André Araújo, 200, bairro São Francisco, Zona Sul de Manaus, e seguirá até a sede do TJ-AM, localizado na mesma avenida. No TJ-AM, será entregue um manifesto com algumas reinvidicações.

Entre os pedidos dos organizadores, constam os julgamentos e condenações definitivas de Adail Pinheiro pelos crimes de abuso e exploração sexual de menores; a cassação do Registro de Candidatura do Prefeito de Coari no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); a criação da Vara Criminal Especializada em Crimes Sexuais Contra Crianças e Adolescentes; e a intervenção no município amazonense de Coari para que "a ordem e moralidade pública seja reestabelecida".

"A manifestação popular deve sempre ser assegurada. Em referência à prática da pedofilia, a sociedade tem que cobrar e participar das decisões sob pena de continuarmos a viver em estado de barbarie", afirma Fábio Tavares Amorim, vice-presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão da OAB/AM. "A caminhada mostra-se importante pois foi somente após manifestação popular que os poderes constituídos pediram e decretaram a prisão de Adail Pinheiro, um forte símbolo da pedofilia impune no Amazonas", finaliza.

A marcha acontece após ato público que ocupou a ALE-AM, onde cerca de 700 pessoas estiveram presentes pedindo justiça contra as famílias vítimas de crimes de abuso sexual contra menores de idade.