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Mecânico é morto a tiros por colega em frente de casa na Cidade de Deus, em Manaus

Depois de atirar três vezes contra a vítima, o suspeito correu e, no meio do caminho, ainda teria tentado matar outro homem. Ele foi perseguido e trocou tiros com a polícia

raphael

Familiares da vítima não souberam explicar o motivo do assassinato e estavam abalados com a perda de Rafael Neves Silva (Reprodução)

O mecânico Raphael Neves Silva, 20, foi assassinado com três tiros na tarde desta quarta-feira (9), supostamente por um colega identificado como Allan Mackley Ferreira Matos, 24. O caso aconteceu no bairro Cidade de Deus, na Zona Norte, e o suspeito, Alan, foi baleado e preso pela polícia minutos depois de efetuar os disparos contra a vítima.

De acordo com familiares da vítima, o crime aconteceu na esquina das ruas Cruzeiro com Botafogo, por volta das 16h.  Raphael estava na frente da casa dele, conversando com amigos em uma oficina mecânica, quando o suspeito chegou e o chamou. O rapaz respondeu, mas eles discutiram e quando Raphael deu as costas, Allan disparou três vezes.

Raphael foi ferido nos braços e na cabeça. “Eu ouvi o barulho dos tiros e quando corri para ver o que era, ele já estava estirado no chão. Corremos para socorrê-lo, mas quando chegamos ao hospital, ele já estava morto”, lamentou a tia, Cláudia Rabelo. Segundo ela, os dois eram colegas e, aparentemente, não havia motivo para desentendimento entre eles.

Após atirar em Raphael, Allan correu e, no meio do caminho, ainda tentou matar outro homem, segundo testemunhas. Nesse mesmo horário, uma viatura do 13º Distrito Integrado de Polícia (DIP) passava pelo local e os policiais perceberam a movimentação. Um rapaz, que não teve o nome divulgado, entrou na viatura e ajudou a equipe a “caçar” Allan.

Quando Allan percebeu que estava sendo perseguido, ele atirou contra os policiais do 13º DIP, que revidaram. Allan foi atingido no calcanhar e tentou se esconder numa drogaria, na rua Atlético Paranaense, mas acabou capturado e levado ao Hospital e Pronto Socorro Platão Araújo. Depois, ele foi para o 13º DIP, onde foi autuado por homicídio.