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Metalúrgica do Pólo Industrial furtava R$ 39 mil em energia elétrica de subestação em Manaus

O volume desviado de energia foi 105.000 kWh, o equivalente a um prejuízo estimado de R$ 39 mil e suficiente para atender uma comunidade com cerca de 350 residências pelo período de um mês

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A metalúrgica fica localizada na avenida Buriti, no Distrito Industrial de Manaus (Divulgação)

Uma metalúrgica do Pólo Industrial de Manaus (PIM) foi identificada furtando energia elétrica por meio de uma subestação clandestina de 112,5 KVA, informou a concessionária Eletrobras Amazonas Energia nesta sexta-feira (6). A empresa é localizada na avenida Buriti, Distrito Industrial, na Zona Sul da capital, e foi fiscalizada pela Eletrobras e pela Polícia Civil na quinta-feira (5).

O crime de furto de energia foi identificado pela perícia do Instituto de Criminalística (IC) e por equipes de inspeção da concessionária. Segundo a assessoria do órgão, foi verificado que a unidade consumidora da metalúrgica deveria estar sendo atendida em baixa tensão, porém tal unidade era suprida, irregularmente, por um transformador clandestino, ligado à rede de média tensão, ou seja, 13.800 volts.

De acordo com análise preliminar da Eletrobras, o volume desviado de energia elétrica foi da ordem de 105.000 kWh, o equivalente a um prejuízo estimado de R$ 39 mil. De acordo com a concessionária de energia, o valor é suficiente para atender uma comunidade com cerca de 350 residências pelo período de um mês.

Um dos sócios da indústria metalúrgica disse reconhecer que a unidade encontrava-se irregular com a Eletrobras Amazonas Energia, mas ele tentou justificar a situação informando que havia grandes equipamentos na fábrica, e que a rede de baixa tensão não seria suficiente para atender à demanda da empresa.

Depois de prestar esclarecimentos e de comprovar que a metalúrgica não pagava corretamente o consumo de energia, o diretor comercial da empresa solicitou orientação da Eletrobras para regularizar a situação. Ele deverá prestar depoimento no 25º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde o caso continua sendo investigado, sob sigilo.

O laudo da perícia do Instituto de Criminalística sobre o consumo de energia indicará se houve ou não crime de desvio por parte da metalúrgica, que também teve o fornecimento de energia suspenso. Conforme a Eletrobras, casos “agressivos” como esse comprometem a qualidade do fornecimento e distribuição do serviço. 

*Com informações da assessoria de imprensa