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Moradores da Zona Norte bloqueiam av. Torquato Tapajós em protesto por infraestrutura

Com faixas, cartazes e um abaixo-assinado, os moradores da Comunidade Parque Santa Etelvina afirmam que estão isolados

Com faixas, cartazes e um abaixo-assinado, os moradores da Comunidade Parque Santa Etelvina afirmam que estão isolados

Com faixas, cartazes e um abaixo-assinado, os moradores da Comunidade Parque Santa Etelvina afirmam que estão isolados (Luiz Vasconcelos)

Moradores da Comunidade Parque Santa Etelvina, bairro Santa Etelvina, Zona Norte de Manaus, bloquearam a avenida Torquato Tapajós, próximo a fáfrica Dafra, em protesto na manhã deste domingo (23), eles cobram obras de recuperação das vias e de pontes que ligam a comunidade ao restante da cidade.

Eles fecharam os dois sentido da avenida para simbolizar o isolamento que estão sofrendo com a atual situação das vias da comunidade. Eles afirmam que as pontes da avenida Tereza D’Ávila e rua Penetração, ambas sobre o igarapé da Bolívia, estão em péssimas condições e são os únicos acessos à comunidade.

Segundo relatos dos moradores os ônibus deixaram de circular pela avenida Tereza D’Ávila, onde a ponte desabou há quase três anos e os ônibus começaram a fazer rotas alternativas por outras vias que também não aguentaram o grande fluxo de veículos e começaram a ficar esburacadas.

A rua Penetração logo deixou de ser utilizada porque segundo os moradores apresenta rachaduras e está fragilizada, e segundo os moradores pode desabar a qualquer momento e já se tornou uma ameaça a segurança dos condutores e pedestres.

Revoltados os moradores fizeram um abaixo-assinado que pretendem encaminhar a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), e com as placas em mãos, eles pretendem chamar a atenção das autoridades na avenida Torquato Tapajós, via para onde os moradores têm que ir todos os dias para se deslocarem com o transporte coletivo que não entra na comunidade.

Uma equipe do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans) esteve local para dar fluidez aotrânsito, e os policiais militares da Companhia Interativa Comunitária (Cicom), estiveram acompanhando a manifestação dos moradores.

O subsecretario de serviços básicos da seminf, Roberto Postilho, informou que por se tratar de uma obra grande não era possível construir com recursos próprios da secretária, sendo necessário passar por licitação, no entanto o processo de licitação já foi concluído e as obras devem ser iniciadas a partir da segunda quinzena de abril.

Postilho destacou ainda que outras sete pontes em concreto também já passaram por licitação e começaram a ser construídas em vários pontos necessitados da cidade.