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Movimento conservador faz apelo aos valores da família e reúne 30 pessoas durante marcha

A marcha da família com Deus em favor da liberdade foi realizada na Zona Oeste de Manaus e quis relembrar e debater um fato histórico de 1964 quando milhares de pessoas foram às ruas contra o comunismo

Movimento conservador faz apelo aos valores da família tradicional em marcha

Movimento conservador faz apelo aos valores da família tradicional em marcha (Erica Melo)

Em todo Brasil vários grupos saíram pelas ruas em marcha pelos valores da família, em Manaus a marcha da família com Deus em favor da liberdade que relembra o fato histórico ocorrido em 1964, reuniu aproximadamente 30 pessoas, na tarde deste sábado (22), em frente ao 1º Batalhão da Infantaria na Selva (BIS), na avenida e bairro São Jorge, Zona Oeste.

Ao contrário de algumas especulações que são feitas sobre o movimento que dizem que pretendem celebrar a ditadura, um dos participantes do ato, o fisioterapeuta, Juliano Gama, 30 anos, afirmou que a marcha não pede a instituição de uma ditadura e sim uma intervenção.

“Estão falando que a gente está querendo uma ditadura militar. De forma alguma se trata disso. Atualmente o país vive tempos difíceis e muita coisa é imposta pelo Governo, enquanto cristão, quero ter o direito de poder educar o meu filho na doutrina que eu quiser, não há necessidade de expor meu filho de oito anos a um ensinamento sobre homossexualismo”, explicou.

Intervenção militar

Ao ser questionado se o movimento quer que o militarismo tome a presidência mais uma vez, Juliano disse que não, mas que é preciso uma intervenção militar para acabar com a corrupção e com o desequilíbrio que o Governo tem vivido, diante de vários escândalos, como: o da Petrobrás, Mensalão, Maioridade Penal, Aborto, Homossexualismo e outros assuntos.

Prestes a se tornar comunista

Os participantes do movimento acreditam que o Brasil está prestes a se tornar um país comunista, e que para evitar que censura e a perseguição que acontece na Venezuela, o movimento pretende ir as ruas chamar a atenção da população.

O estudante e gerente de vendas, José Carlos Ferreira, 23 anos, é um dos coordenadores do movimento, e afirma que esse é um movimento conservador.

“O marxismo está aí a 50 anos, em 64 o que aconteceu foi o resultado de famílias que se reuniam desde 1962 em prol dos valores familiares e que derrubaram o Governo de João Goulart, a maior parte dos brasileiros defendem a família, querem uma nação justa e não quer corrupção”, resumiu.

Outros encontros serão marcados pelo movimento que se organiza pela internet, por meio das redes sociais.