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Movimento reduzido nos balneários em Manacapuru ( AM)

Segundo comerciantes, número de frequentadores não chegou nem à metade dos primeiros dias de inauguração da ponte

Para comerciantes, a falta de infraestrutura do local pode ter afastado os visitantes no último fim de semana

Para comerciantes, a falta de infraestrutura do local pode ter afastado os visitantes no último fim de semana (Ney Mendes )

Após as primeiras semanas de funcionamento da Ponte Rio Negro, movimento em balneários próximos ao município de Manacapuru (a 80 quilômetros de Manaus) tiveram movimentação reduzida neste domingo (6).

No balneário do rio Miriti, o principal local de lazer público na rodovia AM-070, a Manoel Urbano, por exemplo, comerciantes afirmaram que o número de frequentadores dos últimos sábado e domingo não chegou nem a metade do registrado no primeiro fim de semana depois na inauguração da ponte.

Para o vendedor ambulante Áureo Gerônimo de Almeida, 42, o aumento no número de visitantes do balneário foi um reflexo da curiosidade da população em conhecer as opções de lazer de Manacapuru.

“A quantidade de pessoas que tem hoje (ontem) nem chega perto do que no feriado. Nunca tinha visto tanta gente. Eu acredito que era só fogo de palha mesmo, por causa da ponte”, afirmou.

Para a comerciante Marília dos Santos Aguiar, 33, que trabalha no balneário há mais de cinco anos, a redução do número de visitantes ontem, pode ser atribuído ao fato de o local não contar com muita estrutura e opções para os visitantes.

“Daqui a algumas semanas sei que esse movimento vai diminuir ainda mais se nada for feito”, disse.

Segundo a comerciante, o local não tem postos de salva-vidas, policiamento e nenhum tipo de fiscalização.

“A água aqui é boa, mas ouço muitas reclamações de visitantes que não se tem, por exemplo, barraquinhas, mesas e muitos restaurantes. Acredito que é preciso que a prefeitura do município faça mais investimentos aqui. É um atrativo da cidade”, destacou.

A reportagem tentou contato com a prefeitura de Manacapuru para verificar se há previsão de investimentos no balneário, mas não obteve sucesso.

Opção
A professora Carmem Elizabeth Vasconcelos, 45, relatou que, mesmo com a falta de estrutura, o balneário do Miriti passou a fazer parte do cronograma do final de semana da família dela. Segundo Carmem, com a ponte, ficou muito mais rápido chegar ao local, já que em Manaus, não se tem mais muitas opções de balneários.

“Agora, em alguns minutos já estamos em Manacapuru, e antes da ponte era muito mais demorado. Em Manaus é difícil encontrar um balneário com água boa, a população poluiu quase todos. Espero que isso não aconteça aqui”, afirmou.
    
Infraestrutura
Os balneários ao longo da AM-070, a Manoel Urbano, não contam com salva-vidas, fiscalização, seguranças ou outro tipo de suporte que garanta a infraestrutura necessária para ajudar vítimas de possíveis afogamentos ou outro tipo de acidente.

Os frequentadores relataram que, em alguns locais, não havia comida suficiente nos restaurantes.