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Peso de caminhão de lixo abre cratera no Conjunto Tocantins, Zona Centro-Sul da cidade

O veículo fez o asfalto ceder, rompendo uma tubulação de esgoto. Seminf já está no local e espera resolver a situação em, no máximo, cinco dias

A cratera se abriu na madrugada de domingo

A cratera se abriu na madrugada de domingo (André Alves)

Uma cratera que se abriu dentro do conjunto Tocantins, no bairro Chapada, Zona Centro-Oeste de Manaus, assustou os moradores da primeira etapa do condomínio. O buraco foi aberto na madrugada do último domingo (13) e somente na manhã desta terça-feira (15) homens da Prefeitura de Manaus trabalhavam para fechar o rombo no asfalto.

Moradores disseram que o buraco se abriu com o peso de um caminhão de coleta de lixo. O veículo caiu dentro da cratera e só foi retirado de lá com a ajuda de outro caminhão, após três horas de esforço.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), um servidor do órgão, identificado apenas como "Harlen", mora no conjunto e informou o ocorrido na segunda-feira (14), levando fotos do local.

“Quando o asfalto cedeu, ele rompeu uma tubulação de esgoto antiga, de 30 centímentros de diâmetro. Teremos de substituí-la, só que colocaremos uma tubulação de diâmetro maior, de 40 centímetros”, explicou Norman Arruda, chefe do setor de drenagem da Seminf.

“A rede não é de abastecimento de água, então o fornecimento não está interrompido no conjunto. Como o Tocantins tem uma estação de tratamento próxima, que trata a água para retorná-la ao igarapé, os moradores de lá também não estão sendo afetados nesse aspecto”, complementou o servidor.

Segundo ele, a operação não deve demorar para ser concluída. “O progresso da obra depende muito da quantidade de chuvas nos próximos dias e da quantidade de tubulação a ser instalada. Acabo de falar com o técnico que está no local e ele relatou que só serão necessários uns seis tubos. O prazo máximo de conclusão de operações deste tipo é de cinco dias, mas se o tempo colaborar, devemos terminar antes disso”, concluiu Arruda.