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Plataformas do BRS na Av. Torquato Tapajós seguem prontas, mas sem uso

Quatro plataformas do sistema BRS, criado para facilitar o fluxo de ônibus na cidade, ainda não estão operando por falta de estrutura para a travessia de pedestres, segundo o SMTU

De acordo com a SMTU, projetos estão sendo elaborados para identificar qual o mecanismo de travessia mais seguro

De acordo com a SMTU, projetos estão sendo elaborados para identificar qual o mecanismo de travessia mais seguro (Euzivaldo Queiroz)

Quatro plataformas de ônibus, do sistema Bus Rapid System (BRS), localizadas na avenida Torquato Tapajós, estão prontas para funcionar, porém continuam sem utilização porque não possuem as estruturas complementares para garantir a travessia segura aos usuários.

A justificativa é da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU). As plataformas estão localizadas no trecho entre o Playboy Motel e o Clube Municipal, na Zona Norte de Manaus. “As plataformas da avenida Torquato Tapajós ainda não estão sendo utilizadas porque serão criados mecanismos para garantir segurança na travessia dos usuários do transporte coletivo”, explicou a SMTU.

No início deste mês, em entrevista à reportagem de A CRÍTICA, o comerciante Dario Litaff, 62, reclamou do dinheiro gasto para construir plataformas que não são utilizadas e questionou a inauguração. “Como podem inaugurar o sistema se as primeiras plataformas ainda não funcionam?”.

Também no mesmo período, o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco e especialista em Habitação Social pela Architectural Association School of Architecture, de Londres, arquiteto Roberto Montezuma, esteve em Manaus para um seminário e questionou justamente as obras públicas feitas sem um planejamento amplo, por gestores que se preocupavam mais com as soluções imediatas, e que, às vezes, se mostravam ineficientes, sobretudo a curto prazo.

Ele citou como exemplo que, para a instalação de um serviço de transporte coletivo, o governo teria que estar atento ao “macro”, pensando desde as calçadas, se serão largas o suficiente para receber um maior número de pedestres; o sistema de iluminação e redes de energia elétrica no local; serviços complementares como rampas de acesso e passarelas; o asfalto da pista e tubulações de água e esgoto; sinalização; dentre outros itens que devem integrar o planejamento público, inclusive para evitar situações como as das plataformas da “Torquato”, que estão prontas, mas não funcionam porque não possuem estruturas como as passarelas para os usuários.