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Policiais civis aprovam indicativo de greve

Segundo o presidente do Sinpol, a greve ocorrerá caso o Governo não atenda as reivindicações da categoria até o dia 9 de junho

Policiais civis se reuniram na sede do sindicato nesta manhã para discutir as reivindicações

Policiais civis se reuniram na sede do sindicato nesta manhã para discutir as reivindicações (Luiz Vasconcelos)

Por volta das 10h da manhã deste sábado (31), o Sindicatos dos Funcionários da Polícia Civil do Estado do Amazonas (Sinpol), em reunião feita em sua sede, aprovou o indicativo de greve dos policiais civis caso o Governo não atenda as reivindicações da categoria até o dia 9 de junho. "Vamos esperar até essa data e, se não entrarmos em um acordo, começaremos a greve em 72h em obediência ao prazo legal relativo às greves de prestadores de serviços essenciais", disse Márcio Maia, presidente do Sinpol.

A principal reivindicação dos policiais é a equiparação de salários dos cargos de investigador e escrivão com o cargo de perito. Além disso, eles querem a reforma da lei de promoções. "A nossa lei de promoções é de 1993. É uma lei arcaica, que dá margem pra muita arbitrariedade e que precisa ser mudada urgentemente", destacou Márcio. Também estão na pauta a realização de um novo concurso público para a classe e o reajuste do vale-alimentação de R$ 220, valor que é pago há oito anos, para R$ 565,30.

Segundo o presidente, o Governo chegou a se mostrar favorável às reivindicações, mas se manifestou contra a equiparação salarial entre os investigadores, escrivões e peritos, algo que a categoria não abre mão. "Eles alegam que não podem fazer isso por conta da legislação eleitoral, mas existe um julgado do Tribunal Superior Eleitoral que diz que a reformulação setorial não é captação ilícita de votos. Essa jurisprudência conclui que se o reajuste fosse generalizado para todo o funcionalismo público, aí sim a captação ilícita estaria caracterizada, mas não é isso que estamos pedindo", explicou ele.

Márcio está esperançoso de que os diálogos com o Governo tenham sucesso. "Sabemos que a greve não é boa para o Governo e muito menos para a população, então espero que consigamos resolver com conversa", concluiu.