Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Policiais prometem manifestação em ato público nacional nesta quarta-feira (21), em Manaus

Sinpol afirma que apesar de aderir movimento, população não será prejudicada. Pauta foi entregue ao Governo nesta segunda (19) e classe não descarta indicativo de greve se parecer não atender exigências

A concentração dos soldados iniciou a meia noite em frente a Arena Amadeu Teixeira, e continuou pela manhã desta segunda-feira (28)

Sinpol afirma que população não será prejudicada com movimento (Luiz Vasconcelos)

Policiais civis, militares, federais e rodoviários federais do Amazonas irão promover nesta quarta-feira (21) uma manifestação na área central de Manaus com o objetivo de expor uma série de reivindicações ao Poder Executivo. O movimento faz parte de paralisação nacional prevista em pelo menos outros 12 estados. Apesar de aderir o ato, a categoria afirma que está em negociação com o Governo e não deve deixar de executar os serviços.

Ao todo, a categoria exige a efetivação de 17 demandas, entre elas a construção de um Complexo de Perícias (Instituto de Criminalística, Instituto de Identificação e Instituto Médico-Legal), reforma de delegacias no interior, cumprimento de lei que regula vale-alimentação, ampliação do quadro de supervisores da Polícia Civil no Amazonas, além de outras reivindicações trabalhistas.

A manifestação está marcada para 9h, no cruzamento das avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro, no Centro. Conforme o Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado do Amazonas (Sinpol), somente policiais que não estarão de serviço participarão do movimento.

“O contingente escalado para amanhã (terça-feira) vai continuar atendendo a sociedade. A ação tem o objetivo de mexer com a sociedade e discutir a valorização dos policiais civis”, disse a assessoria do Sinpol.

O Sindicato também disse que existe uma negociação com o Governo, a qual foi iniciada após reunião ocorrida nesta segunda-feira (19) com o secretário Evandro Melo. Na ocasião, Melo ouviu os colegiados e se comprometeu em enviar a pauta de reivindicações à Casa Civil, Secretaria de Administração e Procuradoria Geral do Estado.

“Tínhamos uma agenda marcada e na hora em que viemos para a reunião é que fomos avisados da ausência do Governador. Decidimos não recuar, já que estamos há muito tempo esperando respostas do governo. Daqui por diante estaremos vigilantes e insistiremos naquilo que entendemos ser direito nosso e possível ao Governo”, declarou o presidente do Sinpol, Moacyr Maia. Um parecer deve ser entregue ao Governador até a próxima terça (27).

Greve

Oito entidades civis compõem o quadro de instituições reivindicativas no Amazonas, segundo o Sinpol. O Sindicato afirmou que deve aguardar o parecer do Governo, porém não descartou uma possível greve caso o documento não apresente resultados positivos.

“A polícia não lançou nenhum indicativo de greve tendo em vista que um processo de negociação está em andamento. Até o dia 31 faremos nova assembleia para discutir o que foi proposto pelo governo e caso a categoria não acate, o Sindicato pode avaliar a possibilidade de paralisação geral”, informou o Sinpol.

PM concretiza paralisação

Soldados da Polícia Militar do Amazonas cruzaram os braços na madrugada do último dia 28 (segunda-feira) para reivindicar melhorias na classe, especialmente nos critérios de promoção e nas escalas de trabalho adotadas pelo comando da PM.

Até agora, não há informações exatas do número de policiais que ficaram sem trabalhar. Após uma reunião com o governador José Melo durante a manhã, os líderes da greve da Polícia Militar (PM), deflagrada na noite de domingo, decidiram encerrar a paralisação.

O governador deu um prazo de 90 dias para efetuar as mudanças. Melo também deixou claro que a manifestação foi legítima, e que não haverá qualquer punição para os envolvidos. Após o encontro, a comissão da PM teve uma reunião de trabalho com o secretário da Casa Civil, Raul Zaidan, para tratar das mudanças.