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Apesar dos problemas recorrentes, Copa em Manaus deixa boa impressão em moradores e turistas

O prefeito Artur Neto (PSDB) afirmou estar ‘de alma lavada’ com os resultados do Mundial na cidade, mas reconhece os desafios para que Manaus possa ser um destino turístico sólido

Artur visita Rede Calderaro de Comunicação

Para Artur, Manaus está colhendo os resultados de suas vocações na indústria, na biodiversidade e no turismo (Odair Leal)

A participação de Manaus na Copa do Mundo se encerrou nesta quarta-feira (26) com o confronto entre as seleções de Suíça e Honduras. Mas o ótimo desempenho da cidade como sede de uma competição desse porte, além da animada interação entre moradores e turistas, fizeram com que muitas publicações a elegessem como o destaque entre os locais da Copa. Até a revista oficial da Fifa a colocou na capa da sua última edição.

No entanto, os desafios para que a cidade venha a se tornar um destino turístico robusto, capaz de oferecer atrativos a brasileiros e estrangeiros além do “gancho” óbvio de uma Copa do Mundo, ainda são muitos. Problemas de planejamento, de infraestrutura e promessas não-cumpridas do Mundial são as etapas que a cidade deve superar se quiser se firmar como o terceiro destino mais procurado do país – como quer o prefeito de Manaus, Artur Neto, que divulgou nesta quinta (26) sua avaliação da participação da cidade na Copa.

“Além de um povo acolhedor e que foi capaz de cativar, sem brigas e nenhum tipo de violência, turistas de várias nacionalidades, é preciso que a cidade também se torne atrativa. Quem mora em Manaus viu que a cidade mudou, quem veio de fora viu uma cidade bonita, e vamos trabalhar ainda mais para que Manaus desenvolva sua vocação de cidade mundial”, afirmou o prefeito, garantindo que o fluxo de turistas não vai parar e que a Prefeitura e o Governo já têm planos para potencializar essa vocação, que está se consolidando com os novos voos internacionais e o aumento na circulação de estrangeiros. Outro legado da Copa, de acordo com o prefeito, é a autoestima dos moradores. “A Copa deixou o nosso povo envaidecido com a cidade que mudou e ainda mudará muito para melhor”, garante.

Até a expectativa ruim do resto do país se provou benéfica para Manaus, acredita Artur. “Acho, inclusive, que alguns críticos teriam que dar a mão à palmatória. Estamos colhendo o que ainda é o começo de uma das nossas três vocações. São elas: a eternização da Zona Franca de Manaus, investindo em hidrovias, na abertura da BR-319, em infraestrutura aeroportuária e no capital intelectual; a biodiversidade, que é uma riqueza intacta e que representa a prosperidade do povo do Amazonas; e a nossa terceira vocação, sem dúvida, é o turismo. Manaus é a terceira capital com tendência de cidade mundial, depois de Rio de Janeiro e São Paulo. Considero um grande avanço o sucesso que foi a Copa em Manaus para o nosso fortalecimento turístico”.

Como se vê, uma mudança de vulto pode estar em curso em Manaus. Cabe à cidade e a seus gestores a criação de um legado além da Copa.

*Com informações da Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom).