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Em Assembleia, professores da Ufam aprovam indicativo de greve

Segundo a Adua, 90% dos professores presentes votaram pelo indicativo. Data para início de paralisação poderá ser definida no dia 23 de maio após reunião entre comunidades acadêmicas

Professores se reúnem em Assembleia Geral nesta quinta-feira (8)

Professores se reuniram em Assembleia Geral nesta quinta-feira (8) (Divulgação/Adua)

Após Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (8) na sede da Adua, os professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) aprovaram indicativo de greve sem data para início. Estão previstas discussões entre as comunidades acadêmicas do dia 19 a 22 deste mês. A paralisação, segundo a classe, funcionará como uma retomada da paralisação nacional ocorrida em 2012.

De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), José Belizario, o indicativo irá servir para construir uma mobilização com os grupos acadêmicos da Universidade. “Possuímos motivos suficientes para fazer uma greve, porém resolvemos deflagrar o indicativo para exercer a democracia. O indicativo é para mobilizar a categoria, não para cruzar os braços”, disse.

Em assembleia, segundo Belizario, cerca de 90% dos professores votaram pela mobilização e indicativo de greve. A Ufam possui atualmente 20 comunidades acadêmicas.

Calendário

No dia 22, todos os setores deverão apresentar o resultado das discussões obtidas e no dia 23, em uma nova Assembleia Geral, irá ser definida a possível data de paralisação. “Pode ser que até lá o cenário mude. Todas as Universidades estão sucateadas e no caso da Ufam não é diferente pois falta professor e o salário está defasado”, afirmou o presidente da Adua.  

Greve nacional

Em 2012, os professores das universidades federais passaram cerca de três meses em greve, o que comprometeu o calendário acadêmico de milhares de estudantes em todo o país. Entre as reivindicações da categoria está a incorporação das gratificações, carreira única para os docentes, piso salarial de R$ 2.329, 35 (recomposição salarial de 22,8%) e ajuste na Medida Provisória 568 que dispõe sobre a insalubridade e periculosidade.