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Professores da Ufam decidem possível retomada de greve nesta quinta-feira (8)

Docentes se reúnem em Assembleia Geral e podem optar por aderir movimento. Principais reivindicações envolvem piso salarial de R$ 2.329,35, ajustes no sistema de carreira e incorporação de gratificações

Professores se reúnem em Assembleia Geral nesta quinta-feira (8)

Professores se reúnem em Assembleia Geral nesta quinta-feira (8) (Divulgação/Adua)

Os docentes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) decidem nesta quinta-feira (8) a possibilidade de retomar a greve nacional da categoria, suspensa em setembro de 2012. A deliberação será tomada em Assembleia Geral (AG) que iniciou às 16h na Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua).

A instalação da instância máxima deliberativa da categoria na Ufam ocorre dias antes da rodada de assembleias gerais, entre 12 e 16 de maio, prevista na agenda de atividades aprovada na reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do Sindicato Nacional, que reuniu em Brasília, neste sábado (26) e domingo (27), representantes de 43 seções sindicais, entre eles, a professora Ana Lúcia Gomes, 2ª secretária da Adua.

“É importante que os professores compareçam e manifestem na assembleia o seu posicionamento, seja contrário ou favorável ao movimento paredista”, alertou o presidente da Adua, José Belizario, ressaltando que não é a seção sindical que deflagra ou rejeita a greve. A reunião está prevista para encerrar às 18h.

Em março deste ano, os professores promoveram a criação de um Comando Local Unificado de Mobilização. Na ocasião, José Belizario não descartou uma paralisação geral.

Greve nacional

Em 2012, os professores das universidades federais passaram cerca de três meses em greve, prejudicando o calendário acadêmico de milhares de estudantes em todo o país. Entre as reivindicações da categoria está a incorporação das gratificações, carreira única para os docentes, piso salarial de R$ 2.329,35 (recomposição salarial de 22,8%) e ajuste na Medida Provisória 568 que dispõe sobre a insalubridade e periculosidade. 

*Com informações da Adua