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Professores realizam paralisação e passeata pelo Centro de Manaus

Cerca de 5 mil docentes das redes estadual e municipal de ensino paralisaram as atividades e percorreram as ruas do Centro da capital reivindicando melhorias

Cerca de 5 mil professores e estudantes percorreram as ruas do Centro Histórico de Manaus clamando por melhorias e benefícios

Cerca de 5 mil professores e estudantes percorreram as ruas do Centro Histórico de Manaus clamando por melhorias e benefícios (Euzivaldo Queiroz)

Aproximadamente 5 mil professores da Secretaria de Estado e Educação (Seduc), juntamente com os profissionais da Secretaria Municipal de Educação (Semed), paralisaram as aulas na manhã desta quarta-feira (30) e promoveram uma manifestação no Centro de Manaus reivindicando melhorias de trabalho.

A paralisação já estava prevista pelos servidores da categoria, apoiada pela Associação Movimento dos Professores em Luta de Manaus (Asprom) e Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), assim como representantes de outras áreas, como movimentos estudantis e a Associação dos Escrivães da pela Polícia Civil do Amazonas (Aeopol).

Os professores dividiram a manifestação em dois grupos: um deles se concentrou em frente ao Instituto de Educação do Amazonas (IEA), na rua Ramos Ferreira, enquanto a outra parte se organizou em frente ao Palácio Rio Branco, na praça Dom Pedro 2, onde está o gabinete do prefeito Artur Neto.

Parte dos manifestantes prometeu só sair do local após serem recebidos pelo Prefeito. O restante dos manifestantes seguiram em direção a sede do Governo Estadual, localizada na avenida Brasil, bairro Compensa 2, na Zona Oeste da cidade.  

A categoria reivindica, dentre outras exigências, o reajuste de 15% de salário para os professores da rede estadual (Seduc) e de 20% para os professores do município (Semed). De acordo com o presidente do Sinteam, Marcus Libório de Lima, o sindicato também negocia com o Prefeito e com o Governador do Estado, José Melo, outras benefícios como vale transporte, plano de cargos e carreira e plano de saúde para os professores da rede estadual.

Na segunda (28), um grupo de professores já havia protestado em frente à Escola Estadual Sólon de Lucena, na Zona Centro-Sul e na manhã desta terça-feira (29), outro grupo de docentes fez um pequeno protesto em frente a sede do governo do Estado, Zona Oeste de Manaus, reinvidicando melhorias de trabalho.

A Secretaria Estadual de Educação (Semed) enviou nota na manhã de quarta-feira (30), esclarecendo que está em negociação com o sindicato dos professores (Sinteam), tentando atender da melhor forma possível as reivindicações da categoria e evitar maiores prejuízos aos alunos da rede.

Posicionamentos

De acordo com a Seduc, das 242 escolas estaduais apenas 21 tiveram suas atividades suspensas por conta do movimento de paralisação dos professores. A Seduc ainda informou que, até o momento, as aulas da rede estadual de ensino seguirão normalmente na sexta-feira (02), logo após o feriado do Dia do Trabalhador. 

Já segundo a Semed, apenas sete das 509 escolas da rede municipal de ensino tiveram suas atividades parcialmente paralisadas. A secretaria informou que, nas unidades onde os servidores não compareceram, gestores, pedagogos e coordenadores do programa Mais Educação realizaram atividades extraclasse, na quadra de esporte, biblioteca, refeitórios ou em outras da unidade de ensino para não causar nenhum prejuízo aos alunos.

A Semed lembrou, ainda, que a data base dos professores da rede será em maio e, portanto, ainda terá tempo para negociação das reivindicações dos servidores, juntamente com o sindicato da classe.

*Com informações da repórter Perla Soares