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Reclamações contra motoristas de coletivos cresce 20% em Manaus

A denúncia foi feita durante audiência, nesta quarta-feira, no auditório da Aleam

Ônibus na zona leste da cidade

Ônibus na zona leste da cidade (ANTONIO LIMA)

Portadores de necessidades especiais reivindicam melhores condições de acesso nas ruas, em prédios e nos veículos de Manaus. Nos últimos anos, o número de reclamações contra motoristas de ônibus que não obedecem aos sinais de parada dos deficientes físicos cresceu pelo menos 20% na cidade, segundo a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU).

Reunindo representantes do SMTU e de deficientes físicos, os debates sobre o assunto tiveram continuidade, na tarde desta quarta-feira (17), durante uma reunião no mini-auditório Beth Azize da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), com a presença do deputado estadual Marcelo Ramos.

Segundo o parlamentar, o encontro serviu como uma iniciativa preparatória para o lançamento de uma campanha estadual de sensibilização sobre a importância dos direitos do deficiente físico.

“Queremos sensibilizar a população em geral e os órgãos estaduais para aumentar a mobilização em defesa dos portadores de necessidades especiais, que reclamam melhores condições de acesso nas ruas, em prédios e nos ônibus, onde o desrespeito a essas pessoas é gritante”, disse o parlamentar.

O deputado estadual Marcelo Ramos acrescentou que a medida também tem como alvo as pessoas obesas, que geralmente (devido ao excesso de peso) têm dificuldades de passar pela catraca dos coletivos, gerando constrangimentos, reações de ironia e chacotas por parte dos outros passageiros.


Acesso aos coletivos

Segundo a assessoria do parlamentar, da atual frota de quase 1,4 mil ônibus de Manaus, somente 25% possuem condições especiais para  acesso dos deficientes físicos. E a população de portadores de necessidades representa hoje pelo menos 15% do número de habitantes da capital (próximo de 2 milhões), o que equivale a aproximadamente a 300 mil pessoas.