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Reclamações contra transporte público em Manaus aumentaram 30% este ano na CMM

Em 2013, de janeiro a março, foram 81 reclamações envolvendo linhas de ônibus e funcionários do sistema. Este ano, no mesmo período, o número subiu para 117 reclamações

Transporte coletivo em Manaus superlotado

A Ouvidoria da Câmara Municipal de Manaus recebe reclamações dos cidadãos (Foto: Ney Mendes)

As reclamações contra o transporte publicou aumentaram 30% no primeiro trimestre deste ano na Ouvidoria da Câmara Municipal de Manaus (CMM). Ano passado, de janeiro a março, o número de casos de reclamações envolvendo linhas de ônibus e funcionários do sistema foram de 81 registros e este ano foi para 117 casos. Segundo ouvidor da CMM, vereador Hiram Nicolau, a Ouvidoria registrou, no total, 332 reclamações de cidadãos no primeiro trimestre de 2014.

Após problemas com o transporte público, aparecem reclamações contra o abastecimento de água com 68 registros; 48 casos contra a telefonia celular; 33 reclamações contra o sistema de energia elétrica; e o restante (66 registros) ficou dividido entre reclamações contra o atendimento do serviço público, problemas de infraestrutura nos bairros e infrações ambientais.

“Percebemos que a média de reclamações contra outros serviços foi mantida, mas o problema com o transporte público de Manaus ainda é visto pela população com grande preocupação. O principal motivo desse aumento nas reclamações foi a ocorrência de greves dos rodoviários [...], mas infelizmente pessoas usam o assunto para se promover politicamente”, disse Hiram.

Com base nessas reclamações, o vereador executou duas ações nos meses de abril e maio. A primeira foi uma indicação para a cobrança de multas contra empresas que descumprirem obrigações trabalhistas. “Existem casos em que os sindicalistas abusam de suas funções para paralisar o sistema e fazer politicagem, mas têm casos em que de fato existe o não pagamento de obrigações trabalhistas e ilegalidades com os funcionários que precisam ser revistas”, disse.

Já a outra proposta incluiu a fiscalização contínua dos veículos dos sistemas de Transporte Alternativo e Executivo da capital compostos por microônibus. A proposta tem como base reclamações frequentes dos usuários das duas modalidades de transportes que apontaram a imprudência de alguns motoristas.  “Ficamos sabendo de motoristas que trafegam em alta velocidade até em vias pequenas, transformando o que era para ser um benefício em ameaça à população”, constatou.

*Com informações da assessoria de imprensa