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Recuperação completa de estação atingida por balsa está prevista para o dia 25

Obra na plataforma de captação de água do Proama, que iria abastecer as Zonas Norte e Leste, está adiantada e tem prazo final estabelecido

Estruturas metálicas serão soldadas até o final de domingo em ponte do Proama

Estruturas metálicas serão soldadas até o final de domingo em ponte do Proama (Luiz Vasconcelos)

A obra de recuperação da plataforma de captação do Programa Águas para Manaus (Proama), que deixou 50 mil moradores das Zonas Norte e Leste sem abastecimento, deve ser concluída até o dia 25, quatro dias antes do previsto.

Segundo o diretor da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama), responsável pelo Proama, Heraldo Câmara, a instalação das três vigas que irão substituir as estruturas danificadas deve acontecer até domingo. Ontem, as vigas foram transportadas para o ponto de substituição pela empresa responsável pela produção, sendo uma de 16 metros e duas de 12 metros, totalizando os 40 metros necessários para o reparo.

De acordo com o diretor da Cosama, essa é a parte mais demorada da obra, pois exige que as peças sejam soldadas para então serem instaladas. “Estamos tentando terminar a obra antes do previsto para que a população possa ter água novamente”, disse Heraldo.

Depois das colocação das vigas será realizado o trabalho de instalação dos 47 metros de tubo de captação de água, além de outros serviços como a troca de cabos elétricos danificados e ligação das bombas d’água.

O diretor explicou ainda que assim que todas as etapas forem concluídas, ainda serão necessários entre um e dois dias até que a água seja bombeada e o abastecimento retorne à normalidade. Segundo Heraldo, a obra segue em ritmo acelerado e tudo está sendo acompanhado constantemente para que o serviço seja restabelecido em breve. O próprio governador José Melo (Pros) já esteve na balsa para verificar o andamento dos trabalhos de recuperação.

Das 500 mil pessoas atingidas, inicialmente, no último dia 24, aproximadamente 50 mil ainda estão sem fornecimento residencial, sendo atendidas somente por carros-pipa e pelos poços religados pela concessionária Manaus Ambiental.

Para a dona de casa Alzira Almeida Silva, 54, que mora no bairro Jorge Teixeira a situação está muito dificil, pois mesmo com o carro- pipa passando uma vez por semana é impossível fazer todas as atividades domésticas com 500 litros de água.

Alzira diz que única alternativa tem sido comprar água ou recorrer aos vizinhos com poço. “Minha familia é de sete pessoas e essa quantidade de água acaba em três dias”, disse a dona de casa.

Para garantir a distribuição de água, a Defesa Civil Municipal está coordenando os trabalhos dos 34 carros-pipa que fazem o abastecimento diariamente nos bairros.