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Região Centro-Sul é a preferida dos gringos que moram em Manaus por conta do trabalho

“Estas regiões dispõem de todos os serviços, como shoppings, escolas, farmácias, feiras, supermercados, pronto-socorro, clínicas, bancos e postos de combustíveis", diz consultora

Prédio tem 73 apartamentos e está localizado em uma área nobre da cidade

As principais exigências dos expatriados que se mudam para a capital são espaço, segurança e mobilidade (Evandro Seixas)

Os bairros da região Centro-Sul, como Adrianópolis, Morada do Sol, Parque Dez, Parque das Laranjeiras e Vieiralves, são os que mais atraem a atenção dos profissionais expatriados em Manaus. A informação é da empresa EMDOC, que presta consultoria especializada em mobilidade global.

“Estas regiões dispõem de todos os serviços, como shoppings, escolas, farmácias, feiras, supermercados, pronto-socorro, clínicas, bancos e postos de combustíveis. Também percorre-se pouco para se deslocar entre esses bairros. A Ponta Negra é a única exceção. Considerada a área mais nobre da cidade, mesmo não estando nesta região, é eleita como possibilidade devido à proximidade do Rio Negro. Grande parte dos condomínios está de frente para a praia, ponto turístico local”, explica Carmem Langbeck, consultora da EMDOC. 

Segundo o levantamento, as principais exigências dos expatriados que se mudam para a capital são espaço, segurança e mobilidade. Devido a isso, os bairros das zonas Leste, Norte e Oeste vão na contramão do interesse dos estrangeiros. “Os apartamentos em Manaus, apesar de estarem localizados em áreas nobres, não possuem o tamanho ao qual eles estão acostumados quando são transferidos. Optam, geralmente, por condomínios fechados, devido à segurança, observando também a questão da mobilidade, priorizando as curtas distâncias”, afirma a consultora. 

A mobilidade, aliás, é uma das principais dificuldades encontradas por quem se muda para Manaus, já que o sistema de transporte coletivo da cidade conta apenas com ônibus, não possuindo sistema de trens e metrôs. “O pequeno número de pessoas do setor de serviços que dominam um segundo idioma é um aspecto que dificulta a interação com os estrangeiros” finaliza Carmem.