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Pólo Industrial de Manaus recebe gigante do setor de medicamentos

Empresa do grupo EMS é a primeira de setor a se instalar na Zona Franca. Investimentos são da ordem de R$ 370,74 milhões e a projeção é de 461 novos empregos

Empresa do Grupo EMS é famosa pela alta tecnologia empregada em suas unidades fabris ao redor do mundo

Empresa do Grupo EMS é famosa pela alta tecnologia empregada em suas unidades fabris ao redor do mundo (Divulgação)

Com a tarefa de inaugurar um segmento promissor dentro do Polo Industrial de Manaus (PIM) – o polo farmacêutico – chega à capital amazonense a Novamed, uma das maiores fábricas de medicamentos da América Latina e que integra o mesmo grupo da gigante do setor, EMS. Os investimentos são da ordem de R$ 370,74 milhões e a projeção é de 461 novos empregos (sendo 420 postos diretos e 41 indiretos) para a fabricação de medicamentos sólidos – comprimidos, cápsulas, drágeas, pastilhas e tabletes. 

A empresa aporta no parque fabril local para abrir o leque do modelo que até então só fabricava medicamentos fitoterápicos e traz consigo a promessa de dar fôlego ao projeto de governantes e entidades da indústria local de diversificar as atividades industriais dentro do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM).Ponto de partida.

Segundo o secretário de planejamento e desenvolvimento econômico do Estado, Airton Claudino, a inauguração representa o ponto de partida para uma nova fase dentro da indústria local. “ Ela dá margem para o uso futuro de matérias-primas regionais neste segmento e abre portas para que outras novas atividades se instalem aqui futuramente”, ressaltou. Para o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, a fixação da fábrica atende  aos anseios do segmento industrial de proporcionar diversificação de atividades no Polo. “A indústria pode passar a ser menos dependente dos polos eletroeletrônico e de duas rodas”, projetou.

De acordo com ele, a vinda da empresa também representa uma vitória na luta pela aprovação do Processo Produtivo Básico (PPB) de medicamentos que permitiu o aporte a ser concretizado amanhã. “Foram quatro anos de tentativas para aprovar este PPB que, sabíamos, traria uma alternativa ao desenvolvimento do Estado. A empresa chegou no momento certo, com a Zona Franca prorrogada e a certeza de que agora é mais seguro investir”.

Segunda tentativa

Esta não é a primeira vez que a companhia tenta se instalar no parque fabril amazonense. Em 2011, um projeto de instalação estimado em R$ 187 milhões com criação prevista de 320 novos postos de trabalho foi aprovado junto ao Conselho de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas (Codam) e ao Conselho de Administração da Suframa (Cas). Porém, alegando razoes mercadológicas, a presidência da empresa não aplicou os recursos e o prazo de até três anos para instalação expirou.