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Rêmulos Club volta a ser fechado e será alvo de ação judicial

A prefeitura tomará medidas para impedir que o local descumpra a interdição. O local já estava fechado, mas o proprietário insistiu em reabrir

A casa noturna foi fechada por estar com o alvará de funcionamento vencido, além de desvio de função

A casa noturna já tinha sido fechada anteriormente (Divulgação)

Neste sábado, a Prefeitura de Manaus voltou a fechar o Rêmulos Club, localizado na rua Lobo D’Almada, no Centro, Zona Sul de Manaus. Dessa vez, a Procuradoria Geral do Município (PGM) ingressará com uma ação para impedir que a casa descumpra ainterdição.

A ação foi realizada por volta das 11h deste sábado, 28, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) e contou com a participação de fiscais do Departamento de Vigilância Sanitária (Dvisa), da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef), do InstitutoMunicipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) e da Guarda Municipal.

O local já estava fechado, mas o proprietário insistiu em reabrir. De acordo com a prefeitura, o estabelecimento continua fechado devido à falta de Habite-se, de licença Ambiental e Sanitária e Alvará de funcionamento. Interditado desde dezembro do ano passado, essa é a segunda vez que o estabelecimento tenta descumprir a determinação sem se regularizar.

Segundo o coordenador do GGI, Antônio Peixoto, a prefeitura ingressará com uma ação judicial para impedir que o local descumpra a interdição. “Quando chegamos, eles já estavam abrindo o estabelecimento com anúncio de transmissão do jogo do Brasil. Foi lavrado um auto de interdição e como é a segunda vez que ele tenta descumprir a lei, além das questões administrativas, a prefeitura vai acionar a justiça por meio da PGM paragarantir por meios judiciais que permaneça fechado", explicou Peixoto.

Os quartos localizados em um prédio anexo, utilizados como motel, prática proibida nessa área da cidade, foram interditados pelo Dvisa, por condições sanitárias inadequadas.